25 Abril 2026
“O elemento estruturador é a vulnerabilidade sistemática dos trabalhadores chineses frente a qualquer interlocutor, seja uma empresa privada, uma plataforma digital, uma instituição de ensino ou um cliente do setor agrícola”. A reflexão é de Andrea Ferrario, em artigo publicado por Sin Permiso, 18-04-2026. A tradução é do Cepat.
Andrea Ferrario, começou a escrever sobre política internacional em 1996 como editor da revista Guerre & Pace. Mais tarde, fundou o boletim informativo Notizie Est, especializado nos Balcãs. É comentarista em diversos programas de televisão (RaiNews, RaiUno, RaiTre) e rádio na Itália. Publica regularmente no site Crisis Global, do qual é editor.
Eis o artigo.
Ao longo do último mês, o canal ativista LaborInfo publicou uma série de artigos sobre as condições de trabalho na China, provenientes de fontes muito diversas. Entre elas, há pesquisas do Qilu Evening News e do China Youth Daily, reportagens da CBN/Yicai e do LatePost, análises do Huxiu, dados do Beijing Youth Daily, um documentário seriado do canal Jidian e uma análise do jornal de orientação marxista China Workers' Liberation Daily.
Tomadas individualmente, cada uma dessas peças retrata um panorama específico do mercado de trabalho chinês. Contudo, lidas em conjunto, formam um quadro mais amplo e coerente do que sua heterogeneidade poderia sugerir, pois todas convergem para um elemento estrutural que atravessa diferentes setores, gerações e regiões geográficas do país, desde a aldeia agrícola de Yunnan até o escritório de tecnologia de Shenzhen, da escola profissionalizante de Henan ao set de filmagem de Hengdian.
Esse elemento é a vulnerabilidade sistemática dos trabalhadores chineses frente a qualquer interlocutor, seja uma empresa privada, uma plataforma digital, uma instituição de ensino ou um cliente do setor agrícola.
A inteligência artificial como máquina de expulsão
De todos os fatores que estão remodelando o mercado de trabalho chinês, a inteligência artificial é o mais visível e o mais discutido. Três dos artigos compilados pela LaborInfo analisam seus efeitos sob diferentes perspectivas em dois setores adjacentes: as séries de curtas-metragens — produções audiovisuais de episódios curtíssimos, criadas para serem assistidas em smartphones, que na China geraram um mercado de mais de 50 bilhões de yuans em 2025 — e os videogames. O resultado é um panorama multifacetado, no qual o fenômeno se mostra muito mais complexo do que uma simples substituição de trabalhadores por IA.
O primeiro nível é o do impacto imediato no emprego. Em Hengdian, distrito de Zhejiang que abriga os maiores estúdios de cinema do país e há muito tempo serve como polo de produção para a indústria de curtas-metragens, o trabalho tornou-se extremamente escasso nos primeiros meses de 2026. Os grupos de mensagens pelos quais atores e figurantes recebiam anúncios de elenco, até recentemente repletos de notificações, silenciaram.
Segundo estimativas que circulam entre especialistas, o número de produções com atores reais iniciadas caiu até 80% em comparação com o ano anterior, e o volume total de contratações foi reduzido em mais da metade. A chegada de curtas-metragens gerados por inteligência artificial tornou grande parte da cadeia de produção tradicional supérflua, de atores a técnicos de efeitos especiais. Alguns trabalhadores passaram a trabalhar com entrega de comida ou vendas diretas, enquanto outros retornaram às suas cidades natais. Os que permaneceram esperam por uma recuperação que ninguém pode garantir.
O segundo nível refere-se a um problema que antecede a inteligência artificial e cujo surgimento a tornou incontrolável. O setor de curtas-metragens já enfrentava uma crise de liquidez relacionada ao próprio funcionamento de seu modelo econômico. As plataformas de distribuição atraíam produtoras oferecendo um “mínimo garantido” para cada título entregue, um mecanismo que incentivava a corrida pela quantidade em detrimento da qualidade. Algumas empresas usavam esses fundos para multiplicar o número de sets ativos simultaneamente, fragmentando recursos e reduzindo os padrões.
Quando as plataformas suspenderam o mecanismo de mínimos garantidos, a cadeia de pagamentos entrou em colapso. Os fundos eram liberados em parcelas sucessivas e, muitas vezes, as primeiras parcelas mal cobriam os custos logísticos, enquanto os honorários dos funcionários dependiam de pagamentos posteriores que, em muitos casos, nunca chegavam. O resultado é um fenômeno de insolvência generalizada que afeta centenas de trabalhadores em cidades como Xi'an, Zhengzhou e Chengdu, todas consideradas capitais da produção de curtas-metragens. Os operadores de câmera, os atores e figurantes aguardam há meses o pagamento por trabalhos concluídos, e algumas produtoras tornaram-se inacessíveis. Nesse contexto, a chegada da inteligência artificial adicionou um incentivo extra para suspender as produções tradicionais, já que o custo de um curta-metragem gerado por IA pode ser apenas um décimo do custo de uma produção com atores reais.
O terceiro nível é o da reestruturação planejada na indústria de tecnologia estabelecida. A NetEase, uma das maiores empresas de videogames da China, integrou a inteligência artificial em toda a sua cadeia de desenvolvimento, da arte conceitual aos modelos 3D, da animação aos testes, relatando melhorias de eficiência de até 300% em algumas etapas. Os postos de trabalho mais afetados são os terceirizados, que no setor de videogames chinês representam entre 20% e 30% da força de trabalho em empresas de médio e grande porte e abrangem funções executivas como atendimento ao cliente, testes básicos e parte da produção gráfica. De acordo com análises do setor, um funcionário que utiliza ferramentas de IA equivale, em produtividade, a três funcionários que não as utilizam, enquanto o custo diário de ferramentas de IA para uma empresa de 500 funcionários gira em torno de 50 mil yuans por mês, o equivalente ao salário de uma dúzia de programadores de nível intermediário.
Esse fenômeno não se limita à NetEase. Empresas como miHoYo, Perfect World, Yoozoo Games e 37Games iniciaram processos semelhantes de integração de IA à produção. Trata-se de uma reestruturação em toda a indústria, na qual a promessa de que a IA criará novos empregos permanece totalmente não cumprida. A substituição é unilateral, e os trabalhadores deslocados de cargos de nível inicial não estão encontrando novas oportunidades dentro do setor.
O que conecta esses três níveis é um elemento comum. Em todos os casos, quem paga o preço dessa transformação são os trabalhadores com os contratos mais precários: freelancers, autônomos, subcontratados e aqueles em categorias sem proteção formal ou qualquer poder de negociação. O acordo de autorregulamentação assinado em fevereiro de 2026 por 38 entidades do setor de microteatro, que estipula o pagamento integral e pontual dos salários e a constituição de depósitos caução, até o momento não teve efeito concreto sobre as condições desses trabalhadores.
Jovens, presos entre o trabalho forçado e a fuga em busca de estabilidade
A pressão que a inteligência artificial exerce sobre os trabalhadores já ativos no mercado de trabalho se reflete, por meio de diferentes mecanismos, na geração que tenta ingressar no mercado de trabalho. Dois dos artigos compilados pela LaborInfo retratam a situação dos jovens na China a partir de perspectivas opostas do sistema educacional, e o quadro que emerge é o de um movimento de pinça.
No extremo mais baixo do espectro, o do ensino profissionalizante, o caso da Faculdade Profissional de Ciência e Tecnologia de Xinyang, na província de Henan, ilustra uma prática generalizada documentada há anos. A instituição enviava estudantes do segundo ano para trabalhar em uma fábrica em tarefas não relacionadas aos seus estudos acadêmicos, ameaçando aqueles que se recusassem com a dedução de 50 créditos e forçando-os a assinar "cartas de compromisso voluntário" cuja voluntariedade era claramente fictícia.
O ambiente de trabalho foi descrito como degradante e o trabalho consistia em operações repetitivas em linha de montagem. A partir da pressão da opinião pública, a escola voltou atrás em sua posição oficial, declarando que a participação era opcional e reintegrando os alunos, mas o mecanismo subjacente permanece intacto. Em casos semelhantes documentados anteriormente, como o da Faculdade Profissional de Tecnologia de Novas Energias de Jiangxi, constatou-se que as escolas retêm comissões de 10% a 30% dos salários dos alunos, às vezes por meio de agências de emprego temporário que fazem uma dedução adicional.
As normas de 2022 do Ministério da Educação sobre a gestão de estágios estudantis em institutos profissionalizantes proíbem explicitamente essas práticas, mas a fiscalização é amplamente ineficaz. Em Henan, jornalistas que contataram as autoridades escolares locais não obtiveram resposta. Na prática, a escola profissionalizante funciona como uma agência de trabalho barato disfarçada de instituição de ensino.
No extremo oposto do espectro, o dos graduados de universidades generalistas, o fenômeno se reflete na forma, mas é análogo na essência. De acordo com o relatório publicado pela 51job em março de 2026, 25,1% dos graduados desse ano optaram por se candidatar a vagas no setor público — ou seja, concursos para servidores públicos, órgãos públicos ou cargos de professor —, um aumento de 2,6 pontos percentuais em comparação com o ano anterior.
A proporção de graduados que optaram por ingressar no mercado de trabalho privado diminuiu, ainda que ligeiramente, de 36,6% para 36,2%. A novidade mais significativa é o crescimento do chamado "emprego lento", que afeta 10,3% dos recém-formados e consiste no adiamento deliberado da busca por emprego enquanto se aguardam melhores condições, um aumento de quase um ponto percentual em apenas um ano. Ao mesmo tempo, a propensão a prosseguir os estudos, tanto na China quanto no exterior, diminuiu, sugerindo que a escolha de adiar a educação não é motivada por ambição acadêmica, mas por um cálculo defensivo.
O acompanhamento das trajetórias pós-emprego dos graduados de 2024 confirma a fragilidade do emprego juvenil no setor privado. A maior taxa de rotatividade é registrada no setor de restaurantes, hotelaria e turismo, com 20,6%, seguido por imobiliário e logística. Os setores com maior capacidade de reter trabalhadores recém-contratados são o financeiro, o de energia e o de serviços profissionais — todos setores percebidos como mais estáveis e seguros.
A ligação entre os dois extremos é clara. Os estudantes dos institutos profissionais e os graduados universitários ocupam posições sociais diferentes, mas ambos os grupos reagem à mesma lacuna. O mercado de trabalho privado chinês não oferece aos jovens condições consideradas aceitáveis, e as respostas resultantes — a exploração direta para os mais vulneráveis e a busca por estabilidade para os mais qualificados — são duas faces da mesma deficiência estrutural.
A vida como extensão do trabalho
Para aqueles que já estão no mercado de trabalho, a questão deixa de ser o acesso às condições diárias de trabalho, e o cenário que emerge é o de uma crescente permeabilidade entre o tempo de trabalho e o tempo de vida, o que tem consequências mensuráveis para a saúde física e mental dos trabalhadores.
Uma pesquisa realizada pelo Centro de Pesquisa Social do China Youth Daily com 1.335 trabalhadores assalariados, publicada em março de 2026, revelou que 77,5% dos entrevistados percebem a fronteira entre suas vidas pessoais e profissionais como permeável. 52,5% continuam respondendo a mensagens de trabalho após o expediente, 45,7% abandonam planos de fim de semana devido às demandas do trabalho, 44,5% recebem regularmente comunicações profissionais via WeChat, telefone ou e-mail fora do horário de trabalho e 42,8% são chamados para atividades relacionadas ao trabalho durante seus períodos de descanso
65% dos entrevistados relataram sentir que suas vidas são "invadidas" pelo trabalho. Esse número é generalizado, mas afeta particularmente os trabalhadores mais jovens e aqueles que vivem em grandes cidades, onde a pressão competitiva é mais intensa. 55,8% atribuem essa erosão das fronteiras à disseminação de aplicativos de mensagens instantâneas, que tornam todos os funcionários acessíveis a qualquer momento e, na prática, eliminam a separação entre o espaço profissional e o pessoal. Nesse contexto, a jornada de trabalho de oito horas, herdada do passado, parece uma convenção cada vez mais distante da realidade vivenciada pelos trabalhadores do setor de serviços na China.
As consequências para a saúde dessa condição estão documentadas em um extenso relatório do LatePost sobre o fenômeno da morte súbita por excesso de trabalho, originalmente publicado em 2021 e significativamente revisado pelo LaborInfo em 2026, confirmando a persistência e o agravamento do problema. Os únicos dados epidemiológicos nacionais disponíveis datam de um estudo de 2006 do Hospital Fuwai da Academia Chinesa de Ciências Médicas, que estimou 544.000 mortes súbitas ao ano, o equivalente a uma incidência de 41,8 casos por 100.000 habitantes.
Esse número, nunca atualizado e ainda citado em relatórios oficiais de 2020 sobre doenças cardiovasculares, é considerado por observadores do setor como amplamente desatualizado, com estimativas informais apontando para um total anual superior a um milhão de casos. A idade média dos pacientes que sofrem de infarto do miocárdio tem diminuído progressivamente nas últimas décadas, caindo dos 60 a 70 anos na década de 1980 para casos cada vez mais frequentes entre os 20 e 40 anos.
Os médicos de emergência citam o tabagismo, a privação crônica de sono, as longas jornadas de trabalho e o estresse psicológico constante como fatores recorrentes. A literatura médica internacional já estabeleceu há muito tempo uma correlação entre o estresse psicológico e emocional e as anomalias cardíacas potencialmente fatais.
A resposta institucional continua inadequada em ambas as frentes. No que diz respeito à proteção do tempo livre, as recomendações resultantes das mesmas pesquisas focam-se nas habilidades individuais de gestão do tempo, transferindo a responsabilidade para o trabalhador individual e deixando intocada a estrutura organizacional que cria o problema.
Em termos de saúde de emergência, a disponibilidade de desfibriladores externos automáticos (DEAs) em locais públicos e ambientes de trabalho na China permanece muito inferior à de países de alta renda. Shenzhen, a cidade com a maior cobertura do país, possui 17,5 dispositivos por 100.000 habitantes, em comparação com 700 nos Estados Unidos e 276 no Japão. A cultura empresarial da "disponibilidade permanente" e a cultura do "996" (trabalhar das 9h às 21h, seis dias por semana) continuam a operar como algo dado, que os trabalhadores individuais podem mitigar o máximo possível, mas não mudar.
O retorno à terra, fim do ciclo
Enquanto nas cidades o trabalho se transforma ou desaparece sob a pressão da inteligência artificial e de contratos precários, na China rural um longo ciclo, enraizado no êxodo rural das últimas décadas, chega ao fim. O último artigo da coletânea LaborInfo apresenta as observações de um projeto documental que visitou mais de mil cidades e vilarejos entre 2021 e 2025, descobrindo o mesmo padrão em todos os lugares.
Os agricultores renunciaram aos seus direitos de gestão da terra em favor de empresários locais ou externos, muitas vezes das regiões costeiras do leste, e agora trabalham como diaristas nos campos que antes lhes pertenciam. Esse padrão se repete de Guangdong a Heilongjiang, das plantações de cana-de-açúcar de Lingnan aos campos de milho da planície do norte da China e às plantações de chá de Jiangxi. A remuneração por hora para o trabalho agrícola varia de 10 a 20 yuans, um pouco mais para as tarefas mais árduas. Os contratos são inexistentes, o pagamento é diário e em dinheiro vivo, e a força de trabalho é composta quase inteiramente por mulheres de meia-idade e idosas.
A lógica econômica por trás desse sistema é simples. O cultivo de grãos em pequenos pedaços de terra gera renda mínima, com ganhos por hora frequentemente caindo para apenas alguns yuans após a dedução dos custos de sementes, fertilizantes e pesticidas. As culturas comerciais de maior valor, como flores, chá ou frutas, exigem investimento de capital, conhecimento técnico avançado e canais de venda que os pequenos agricultores não possuem.
O arrendamento das terras para um empresário, a uma taxa que varia de 500 a 1.300 yuans por mu por ano, dependendo da área e da qualidade do solo, garante uma renda segura e imediata, ainda que modesta. O programa nacional de consolidação fundiária acelerou esse processo, nivelando os taludes entre os pequenos pedaços de terra e fundindo-os em grandes campos adequados para mecanização.
Aqueles que ainda trabalham nos campos são, na grande maioria dos casos, pessoas que não têm outra opção. São os mesmos trabalhadores migrantes que, na juventude, trabalharam em canteiros de obras nas cidades da costa leste e que, agora com mais de 60 anos, foram excluídos do setor da construção civil porque os clientes não querem assumir a responsabilidade pelo seguro dos trabalhadores mais velhos. De volta às suas aldeias, aceitam qualquer trabalho disponível. Alguns catam restos de espigas nos campos, recolhendo as plantações descartadas pelas máquinas agrícolas, uma prática que ocasionalmente tem consequências trágicas quando os idosos se aproximam demais das máquinas em funcionamento.
A dimensão do fenômeno é amplificada pelo despovoamento demográfico do campo. Os jovens trabalham nas cidades, retornam alguns dias a cada ano durante o Ano Novo Lunar e falam mandarim, enquanto o dialeto local desaparece. Os laços familiares enfraquecem, as casas permanecem fechadas e são tomadas pelo mato, e os túmulos ancestrais se deterioram e se tornam irreconhecíveis. Em algumas aldeias, idosos que vivem sozinhos morrem nos campos e são deixados ao relento por dias porque não há ninguém para recolhê-los.
Este último artigo publicado pela LaborInfo fecha o ciclo dos anteriores. O trabalhador migrante mais velho que retorna à sua cidade natal e aceita trabalhar em sua própria terra é o ponto final de uma jornada que começa com o jovem estudante de formação profissional enviado para a fábrica e continua com o trabalhador de tecnologia que responde a mensagens de trabalho às duas da manhã. Em cada etapa, o denominador comum é a ausência de mecanismos de proteção coletiva e a redução do trabalho a uma transação individual na qual o trabalhador é sempre a parte mais frágil.
A inteligência artificial acelera esse processo nos setores urbanos e tecnológicos, o mercado de terras o replica nas áreas rurais e o sistema educacional prepara as pessoas para isso desde a escola. O acordo de autorregulamentação para o setor do microteatro, as regulamentações ministeriais sobre estágios e as recomendações de especialistas sobre gestão do tempo são todos instrumentos que permanecem no papel ou transferem a responsabilidade para o indivíduo, sem abordar as condições estruturais que geram o problema. O que a agregação da LaborInfo torna visível é a simultaneidade e a interconexão dessas crises, e o fato de que em cada uma delas o custo é precisamente calculado e repassado para aqueles que produzem o valor.
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