Vaticano envia 700.000 máscaras hospitalares para a China

Máscaras enviadas à China | Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS
  • A Palantir não vende mais apenas ‘software’: vende uma teoria tecnofascista de governança global

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Fevereiro 2020

No dia 27 de janeiro, entre 600.000 a 700.000 máscaras hospitalares foram enviadas pelo Vaticano para a China. Trata-se de uma operação conjunta entre a Farmácia Vaticana e as organizações das comunidades cristãs chinesas na Itália. Foi o que confirmou o vice-reitor do Pontifício Colégio Urbano De Propaganda Fide” ao jornal Global Times.

A nota é publicada por Il Sismografo, 02-02-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Segundo o jornal chinês, edição internacional do “Jornal do Povo”, essa operação inédita de solidariedade, massiva e oportuna, foi dirigida pelo esmoleiro do papa, o cardeal Konrad Krajewski. Ele pôs em ação o desejo do Papa Francisco que, há alguns dias, quis pôr em movimento todo o mecanismo.

Algumas companhias aéreas, incluindo a China Southern Airlines, estão fornecendo transporte gratuito das máscaras da Itália para a China. Depois da chegada em Pequim dos primeiros envios, as máscaras foram enviadas para a província de Hubei, na China central, e para as províncias da China oriental, Zhejiang e Fujian.

A presteza e rapidez da ajuda do Vaticano, organizada em poucas horas e posta em ação muito antes do pedido de Pequim, surpreendeu positivamente muitas embaixadas. Os governos europeus estão só agora tentando corresponder a essa ação.

 

Leia mais