Witzel promove sangue na favela e silencia estudantes

Wilson Witzel com uniforme do Bope dando tiros de sniper. Foto: Reprodução

Mais Lidos

  • Brasil detém a segunda maior reserva global de terras raras conhecidas no mundo. Exploração desses recursos naturais estará em pauta nas eleições presidenciais deste ano, observa o geógrafo

    Terras raras e a transformação do Brasil em periferia extrativa global. Entrevista especial com Ricardo Assis Gonçalves

    LER MAIS
  • Feijão com agrotóxicos acima do limite expõe falhas de fiscalização

    LER MAIS
  • Trump viaja para a China envergonhado após a afronta iraniana

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Agosto 2019

Estudantes carregavam placas com a imagem do governador segurando um fuzil e confeccionaram uma faixa branca com a frase "Witzel assassino e torturador", escrita em vermelho.

A reportagem é publicada por Jornalistas Livres, 16-08-2019.

Enquanto o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel fazia uma prova de qualificação na Universidade Federal Fluminense, a Polícia Militar do Rio de Janeiro bloqueou uma porta de emergência para que os estudantes não pudessem se manifestar.

A banca de qualificação seria realizada no campus do Gragoatá, no Instituto de Ciências Humanas e Filosofia mas o local foi trocado às pressas pressas pra evitar protestos. A medida não funcionou e alguns estudantes chegaram a tempo na UFF.

Nos últimos 5 dias, pelo menos seis jovens morrem vítimas de balas perdidas em ações violentas da PM do Rio de Janeiro em comunidades.

Estudantes carregavam placas com a imagem do governador segurando um fuzil e confeccionaram uma faixa branca com a frase “Witzel assassino e torturador”, escrita em vermelho.

Presidenta do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), a deputada estadual Professora Bebel, se manifestou contra a invasão da PM na UFF. “Ironicamente e para completar, Witzel é daqueles que quer privatizar o ensino público, mas enquanto isso não acontece faz muito bom proveito das universidades”, disse.

Leia mais