Dia 14 de maio: o mundo em oração para debelar o coronavírus

Foto: Pixabay

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13 Mai 2020

Será um dia de oração, jejum e invocação a Deus Criador pela humanidade atingida pela pandemia. A iniciativa, à qual o Papa Francisco aderiu, foi promovida pelo Alto Comitê para a Fraternidade Humana.

A reportagem é de Giancarlo La Vella, publicada por Vatican News, 12-05-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Em um vídeo divulgado em várias línguas, o Alto Comitê para a Fraternidade Humana, presidido pelo cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot, exorta os irmãos que creem em Deus Criador a dedicarem o dia 14 de maio próximo a um momento de recolhimento, para que o Altíssimo olhe para o mundo que enfrenta o grave perigo da Covid-19 e para que preserve a humanidade, ajude-a a superar a pandemia, restitua-lhe a segurança, a estabilidade, a saúde e a prosperidade, e torne o nosso mundo, eliminada essa pandemia, mais humano e mais fraterno.

Por ocasião da Regina Coeli, no dia 3 de maio passado, o Papa Francisco ofereceu a sua adesão à iniciativa, dizendo estas palavras:

“Como a oração é um valor universal, acolhi a proposta do Alto Comitê para a Fraternidade Humana, para que, no próximo dia 14 de maio, os fiéis de todas as religiões se unam espiritualmente em um dia de oração, jejum e obras de caridade, para implorar a Deus que ajude a humanidade a superar a pandemia do coronavírus. Lembrem-se: no dia 14 de maio, todos os fiéis juntos, fiéis de diversas tradições, para rezar, jejuar e fazer obras de caridade”.

Assinaturas do Papa Francisco e do Grão-Imã de al-Azhar no Documento sobre a Fraternidade Humana (Foto: Vatican News)

Por sua vez, o presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso, o cardeal Miguel Angel Ayuso Guixot, comentando a vontade do papa de acolher a proposta do Alto Comitê, ressaltou que essa pandemia é uma oportunidade para enraizar no nosso futuro o valor da fraternidade e da convivência comum.

E, sobre a adesão de numerosas personalidades a esse chamado, acima de tudo o secretário geral das Nações Unidas, ele quis observar que, como seres humanos, somos uma grande família e, portanto, “é bom que, a partir da fé dos líderes religiosos, através dos grupos e dos responsáveis pela vida social e política, haja um momento de oração e solidariedade para invocar o fim dessa pandemia”.

 

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