Tratado contra a obesidade

Foto: Márcio Cabral de Moura | Flickr CC

Mais Lidos

  • O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

    LER MAIS
  • ​A estética grotesca dos EUA, seja do ponto de vista discursivo ou do belicismo tacanho, mostra um imperialismo que abandona qualquer subterfúgio retórico e revela ao mundo mais fragilidades do que forças

    O imperialismo está nu: era Trump retrata não a força do gigante do norte, mas sua decadência. Entrevista especial com Juliane Furno

    LER MAIS
  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Março 2019

Na quinta-feira, a Organização das Nações Unidas para a Agricultura lançou um guia para promover a produção de alimentos nas cidades, assim como uma maior integração entre o campo e os centros urbanos a partir de cadeias de produção mais curtas. Hoje, as cidades concentram 55% da população mundial e quase 80% do que se produz no planeta é consumido nelas. O problema é que os alimentos frescos muitas vezes chegam por lá mais caros. Ao contrário, os ultraprocessados dominam, com muito açúcar, sal e gorduras, levando os índices de doenças crônicas lá para cima.

A informação é publicada por Outra Saúde, 11-03-2019.

“Isso impacta a saúde pública. Não se trata de um indivíduo decidir ou não fazer uma dieta. É uma questão de gastos crescentes com sistemas de saúde, que são evitáveis, e poderiam ser destinados para outras prioridades”, destacou o brasileiro José Graziano, diretor da FAOem entrevista ao El País. O organismo estima que US$ 2 trilhões sejam gastos anualmente com problemas decorrentes da obesidade, montante similar aos custos do tabagismo e dos conflitos armados. Graziano defendeu em artigo no Valor a negociação de um pacto global contra a obesidade, nos moldes da convenção internacional contra o tabaco – ou seja: com metas obrigatórias para os países signatários. Hoje, são 670 milhões de obesos no mundo. No Brasil, segundo os últimos dados disponíveis, 19% da população é obesa e 52% está acima do peso.

Leia mais