Um grito de muitos gritos. Artigo de Alfredo J. Gonçalves

Foto: Paulo Pinto / Agência Brasil

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10 Setembro 2026

"Neste 7 de setembro de 2026, como sempre, em pauta, entre diversos gritos, a Soberania Nacional, mas também a luta pelos Direitos Humanos, com destaque para terra, teto e trabalho, o fim da escala 6X1, o combate à violência contra a mulher, as eleições de outubro. A vida em primeiro lugar!", escreve, Alfredo J. Gonçalves, cs, padre, assessor do SPM

Eis o artigo.

Há anos não se via em São Paulo um Grito dos Excluídos e Excluídas tão animado e com tanta participação. Neste 7 de setembro de 2026, como sempre, em pauta, entre diversos gritos, a Soberania Nacional, mas também a luta pelos Direitos Humanos, com destaque para terra, teto e trabalho, o fim da escala 6X1, o combate à violência contra a mulher, as eleições de outubro. A vida em primeiro lugar!

O Grito começou com o café da manhã na Praça da Sé para a população em situação de rua. Às 10 horas, iniciou-se a marcha rumo ao Pátio do Colégio e ao Mosteiro São Bento, onde se realizou a primeira parada. Dali, a marcha seguiu até o Largo São Francisco, lugar da segunda parada.

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Após uma série de contribuições de companheiros, e em especial, companheiras, de numerosas entidades, movimentos, Igrejas, pastorais, sindicatos organizações populares presentes, o trajeto continuou até a Catedral da Sé, onde, às 12 horas, se encerraram as atividades do Grito com uma celebração eucarística.

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