Polícia usa gás lacrimogêneo e canhão de água contra protesto no Chile

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Com Francisco ou fora da Igreja. O duro desabafo do presidente da CEI

    LER MAIS
  • Núcleo de pesquisa da USP publica nota sobre criacionismo defendido por novo Presidente da CAPES

    LER MAIS
  • A nova teologia do Ecoceno. Entrevista com Leonardo Boff

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

27 Maio 2016

A polícia entrou em choque nesta quinta (26) com manifestantes nas ruas de Santiago do Chile e de Valparaíso, nos mais recentes protestos de estudantes que reclamam da demora do governo em um plano de reformas educacionais.

A reportagem foi publicada por Portal Uol, 26-05-2016.

Durante a marcha, que não foi autorizada pelas autoridades, estudantes tentaram caminhar na Alameda, a principal via da capital chilena, e protestaram em frente do palácio presidencial de La Moneda.

Mas policiais dispersaram a multidão com canhões de água e gás lacrimogêneo, enquanto os manifestantes arremessavam pedras e incendiavam barricadas.

O lançamento do gás lacrimogêneo forçou o esvaziamento de parte do Hospital do Trabalhador, em Santiago. Funcionários de saúde tiveram de tirar as pessoas às pressão da seção de terapia física e de outras áreas, movendo alguns pacientes em veículos até que o gás se dissipasse.

"Ocupamos a rua pacificamente, mas infelizmente a polícia forçou nosso recuo brutalmente", disse à mídia local o presidente da união de estudantes secundaristas Jose Corona, encharcado pelo canhão de água policial. 

Os confrontos são os mais recentes em uma série de protestos no Chile nas últimas semanas, incluindo um ataque incendiário e uma briga dentro do La Moneda.

De acordo com as uniões estudantis, os protestos são uma resposta ao que consideram como lentidão do governo de Michelle Bachelet de levar adiante várias reformas, particularmente em relação à educação.

"Nós estudantes adotamos uma posição de transgressão", disse Marta Matamala, líder da união estudantil da Universidade de Santiago. "Ficaremos nas ruas. De agora em diante, esperamos que as manifestações apenas se intensifiquem."

Bachelet, que começou seu segundo mandato presidencial não consecutivo em 2014, fez campanha sobre várias reformas que incluíam mexer no sistema altamente privatizado do Chile e tornar gratuita a educação universitária

Mas as planejadas reformas atrasaram ou foram revistas durante o ano passado por causa de um Congresso reticente, escândalos de corrupção, desaceleração econômica, o que vêm irritando muitos à esquerda.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Polícia usa gás lacrimogêneo e canhão de água contra protesto no Chile - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV