A rota da lama: 500 km percorridos e ameaça à água do Espírito Santo

Revista ihu on-line

Renúncia suprema. O suicídio em debate

Edição: 515

Leia mais

Lutero e a Reforma – 500 anos depois. Um debate

Edição: 514

Leia mais

Bioética e o contexto hermenêutico da Biopolítica

Edição: 513

Leia mais

Mais Lidos

  • 1º Dia Mundial dos Pobres

    LER MAIS
  • Papa nomeia brasileiro para Relator Geral do Sínodo dos Jovens e um jesuíta e salesiano como Secretários Especiais

    LER MAIS
  • O Homo Deus e a obsolescência do ser humano

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

10 Novembro 2015

A onda de lama com rejeitos de minério que vem se deslocando ao longo do rio Doce após o rompimento de duas barragens na região de Mariana deve chegar ao estado do Espírito Santo nesta madrugada. A informação é do Serviço Geológico do Brasil, o CPRM , que vem monitorando em tempo real a situação.

A reportagem é de Heloísa Mendonça, publicada por El País, 09-11-2015.

Até o início da tarde desta segunda-feira, a enxurrada que saiu do distrito de Bento Rodrigues já tinha percorrido quase 500 km. O plano de paralisar o abastecimento hídrico na região do Espírito Santo, por conta da possibilidade de contaminação, já está preparado. Autoridades locais estimam que a falta d'água pode durar até 72 horas.

Às 14h, no último boletim informado CPRM, a onda se deslocava pelo rio Doce na altura de Resplendor, em Minas Gerais, e próximo destino seria o município mineiro de Aimorés, onde completaria 500 km percorridos desde o subdistrito de Bento Rodrigues. Depois, a lama deve seguir para a cidade de Baixo Guandu, no noroeste Espirito Santo, a 186 km de Vitória, onde vivem mais de 30 mil pessoas. Ainda de acordo com o CPRM, apesar da força da enxurrada, não há risco de inundação nos municípios localizados às margens do rio Doce.

Na tarde desta segunda-feira, alguns moradores de Baixo Guandu se reuniram em uma ponte que liga a cidade ao município de Aimorés para aguardar a chegada da enxurrada de lama ao Rio Doce, segundo o site G1. Preocupada, a população vem se preparando e tem feito armazenamento principalmente em caixas d'água extras, piscinas e estoque de galões de água mineral.

A Samarco informou em nota que está tomando todas as providências possíveis “para mitigar as consequências ambientais geradas com o avanço da mancha ao longo do rio Doce”. A mineradora informou ainda que a coleta de amostras de água nos trechos afetados já foi iniciada e terá continuidade até a normalização da situação. A empresa disse que o material é inerte e não tóxico.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

A rota da lama: 500 km percorridos e ameaça à água do Espírito Santo - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV