Igreja da Escócia irá permitir pastores gays

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18 Maio 2015

Pessoas em uniões civis homoafetivas terão permissão de servir como pastores e diáconos, após a Igreja da Escócia votar pela mudança de suas regras no sábado. A moção foi aprovada com 309 votos a favor e 182 contra, na Assembléia Geral, realizada em Edimburgo, depois de anos de deliberações.

A reportagem é de Paul Vale, publicada no sítio Huffington Post UK, 16-05-2015. A tradução é de Claudia Sbardelotto.

A Igreja não alterou a sua visão do casamento como definido entre um homem e uma mulher, mas passará a permitir que suas congregações designem membros do clero que estejam em uma parceria civil, caso queiram.

Em um discurso no sábado, o moderador John Chalmers, disse: "Nós não podemos continuar sofrendo a dor dos ataques internos que se destinam a minar o trabalho ou o lugar dos outros. É hora de jogar pela equipe. E deixe-me ser muito claro. Não estou falando para um lado ou para outro do espectro teológico. Estou falando para ambas as extremidades e para o meio".

Ele acrescentou: "É hora de parar de xingarmos uns aos outros, é hora de evitar a ideia de que devemos definir a nós mesmos por aquilo que temos de diferente e, em vez, pelo que temos em comum - o nosso batismo em Cristo, a nossa dependência da graça de Deus, a nossa vontade de servir os pobres e assim por diante".

Nicola Sturgeon participou da abertura da Assembléia Geral, pela primeira vez como Primeira Ministra. Ela testemunhou a instalação do reverendo Angus Morrison como moderador da Assembléia Geral para período 2015-2016. Morrison precisou retirar-se da função no ano passado a fim de submeter-se a um tratamento para o câncer.

Ela disse: "Foi um prazer participar da cerimônia de abertura da Assembléia Geral e ver o reverendo Angus Morrison tomar posse como moderador".

Um porta-voz da Igreja Livre da Escócia, que fez propostas direcionadas aos fiéis contra a inclusão de pessoas homossexuais no clero, disse: "Ficamos muito tristes ao ouvir o resultado da votação. Se a Igreja nacional continuar a seguir o caminho do "politicamente correto" em vez da Bíblia, não será nenhuma surpresa ver a Igreja da Escócia colocar em risco seu próprio futuro.

Ele continuou: "Milhares de pessoas vão considerar a possibilidade de permanecer em comunhão e também contribuir financeiramente para as obras de uma denominação que vai claramente contra a palavra de Deus sobre uma série de questões".

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