Sudão. O novo julgamento de Meriam exclui a pena de morte

Revista ihu on-line

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Mais Lidos

  • Os Arautos do Evangelho não reconhecem o Comissário do Vaticano, dom Raymundo Damasceno Assis

    LER MAIS
  • Pacto das Catacumbas pela Casa Comum. Por uma Igreja com rosto amazônico, pobre e servidora, profética e samaritana

    LER MAIS
  • A ideologização da Sociologia (além de uma simples distração). Artigo de Carlos A. Gadea

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

Por: André | 19 Maio 2014

Intervém a Suprema Corte sudanesa no caso de Meriam Yehya, a jovem mãe condenada à morte por ter-se negado a abandonar a religião cristã.

A reportagem é de Giordano Stabile e publicada no sítio Vatican Insider, 16-05-2014. A tradução é de André Langer.

Os ativistas do país esperam que haja uma revisão do processo, pois o “juiz local”, indicam, “aplicou a ‘sharia’ sem levar em conta as leis federais”. Disse-o Antonella Napoli, presidenta da associação Italians for Darfour, que há muito tempo ocupa-se dos direitos humanos nos países africanos.

Meriam, portanto, “enfrentará um novo julgamento, que exclui a ‘sharia’ e, portanto, a pena de morte, indicaram alguns advogados ao responder às perguntas de Khalid Omer Yousif da Ong Sudan Chance Now.

A mulher, que se encontra na fase final da gravidez e está presa junto com seu outro filho de 20 meses, foi abandonada pelo pai muçulmano quando tinha seis anos. Por este motivo, cresceu na fé cristã da sua mãe. O caso volta a chamar a atenção do mundo inteiro sobre os horrores da intolerância religiosa e a condição dos cristãos nos países dominados pela ‘sharia’

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Sudão. O novo julgamento de Meriam exclui a pena de morte - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV