Papa Francisco, um aliado do Slow Food no Vaticano

Revista ihu on-line

Fake news – Ambiência digital e os novos modos de ser

Edição: 520

Leia mais

30 anos da Constituição – A experiência cidadã incompleta

Edição: 519

Leia mais

Violência e suas múltiplas dimensões

Edição: 518

Leia mais

Mais Lidos

  • Francisco, a Igreja e a bicicleta. "O equilíbrio da Igreja está precisamente na mobilidade, na fidelidade ao Espírito Santo”

    LER MAIS
  • 'Se em nome de Cristo destroem, em nome de Cristo vamos reconstruir': evangélicos ajudam a reerguer terreiro queimado

    LER MAIS
  • "A doutrina católica foi sequestrada pelos que rompem a unidade", afirma dom Robert McElroy

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

05 Março 2014

Depois de um telefonema de meia hora e de uma correspondência, logo Carlo Petrini (foto) e o Papa Francisco vão se conhecer pessoalmente. Tudo começou quando Petrini enviou ao Vaticano o seu livro sobre a Terra Madre e um artigo sobre a viagem papal a Lampedusa: "Eu dava uma leitura antropológica a ela; ele, filho de imigrantes piemonteses que morriam no mar, como os negros hoje".

A reportagem é de Giuseppe Salvaggiulo, publicada no sítio Vatican Insider, 02-03-2014. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Uma noite, em Paris, toca o celular. "Número privado. Eu penso: são os do jornal La Repubblica, que querem 40 linhas... 'Alô?'. 'Sou o Papa Francisco'". A conversa varia da economia às lembranças familiares. Francisco conta a história do pai emigrante, Petrini da avó católica, mas elétrica partidária do Partido Comunista Italiano: ao padre que lhe negava a absolvição, ela respondeu: "Fique com ela!". O papa ri. Petrini amplia a história, citando um ditado piemontês: "Chi fa come ’l prèivi a dis, a va ’n Paradis. Chi fa come ’l prèivi a fa, a ca dël diau a va" [Quem faz como o padre diz, vai para o Paraíso. Quem faz como o padre faz, vai para a casa do diabo]. E o papa: "Efetivamente, um pouco anticlerical...".

Depois do telefonema, Petrini adverte os amigos em Bra: "O papa me telefonou". "Imagine!", não acreditam nele. Então, ele telefona para Enzo Bianchi, prior de Bose, que lhe diz: "Você se dá conta? Nem o secretário de Estado do Vaticano fala meia hora com o papa".

Algumas semanas depois, Francisco escreveu a Petrini. Lembra a conversa e a anedota da avó, "que ainda me faz sorrir". Encoraja-o nas suas iniciativas "das quais há tanta necessidade". Vão conversar novamente no Vaticano. "Os elementos de sintonia – diz Petrini – são muitos. Porque esse é um papa na América Latina".

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Papa Francisco, um aliado do Slow Food no Vaticano - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV