“Tenho que ser honesto comigo mesmo; foi doloroso adaptar-me ao novo papel”, confessa Gänswein

Mais Lidos

  • De Rerum Novarum a Leão XIV: não era o vapor, mas a ética; não são os dados, mas a dignidade. O que vale não é mensurável. Artigo de Paolo Benanti

    LER MAIS
  • Deus Trindade: circularidade-encontro-amor. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • Juventude e novas direitas, para além dos estereótipos e dos extremos. Entrevista com Beatriz Besen

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Por: André | 05 Dezembro 2013

O secretário do Papa Bento XVI, Georg Gänswein, garantiu que ainda sofre com a abdicação do pontífice, que na época sentiu como “uma amputação”, em declarações divulgadas pelo semanário Die Zeit em sua edição digital.

A reportagem está publicada no sítio Religión Digital, 04-12-2013. A tradução é de André Langer.

“Tenho que ser honesto comigo mesmo; foi doloroso adaptar-me ao novo papel”, disse Gänswein.

Atualmente, desempenha o papel de prefeito da Casa Pontifícia, mas continua também trabalhando para o Papa emérito como secretário.

“Tenho a sensação de viver em dois mundos”, disse.

Com relação às reformas do sucessor de Bento XVI, Francisco, Gänswein disse que diariamente se pergunta pelo que vai mudar.

No começo, reconheceu o secretário, sentiu como uma “afronta” a Bento XVI o fato de que Francisco se negasse a morar no palácio apostólico.

Agora, no entanto, Gänswein disse que ele e o atual Papa se permitem fazer brincadeiras sobre as divergências que tiveram no começo.

Em 28 de fevereiro deste ano, Bento XVI renunciou ao papado e duas semanas depois foi eleito o Papa Francisco.