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19 Setembro 2012

Ter um livro publicado é uma ambição nutrida por muitos candidatos a escritores. Mas conseguir contrato com uma editora e ter sua criação vendida em uma livraria é uma realização para poucos. Em geral, os editores escolhem livros cujo potencial é atrair o maior público possível. Prevalece uma lógica industrial, baseada na escala. Quanto mais gente lê, mais rapidamente a editora e o autor obtêm o retorno do investimento. Nos últimos anos, no entanto, a internet e as novas tecnologias de impressão têm dado uma mãozinha para quem tem aspirações literárias, mas ainda não conseguiu emplacar um best-seller.

A reportagem foi publicada no jornal Valor, 18-09-2012.

Pelo menos uma dezena de empresas - brasileiras e internacionais - oferece serviços de editoração, publicação e impressão de livros. Com esses serviços, o autor pode diagramar sua obra da forma que quiser, definir qual será a aparência da capa e mandar imprimir a quantidade de livros que desejar. Há casos em que o autor pode encomendar um único exemplar. Além do formato físico, é possível deixar o material à venda em diversas lojas de livros eletrônicos.

Um exemplo é a gigante de comércio eletrônico americana Amazon. A companhia oferece algumas opções para quem quer colocar suas obras à venda no site. Uma delas é o CreateSpace, uma empresa que atua na criação de conteúdo de áudio, vídeo e livros sob demanda. Outra é o Kindle Direct Publishing, para publicação de textos no formato exclusivo usado pelo aparelho para leitura de livros eletrônicos da Amazon. As publicações que recebem boas críticas dos compradores podem ser incluídos no programa AmazonEncore e receber apoio de marketing e distribuição para promover o título. O recurso só está disponível para quem publica os livros na loja da Amazon nos Estados Unidos.

Na brasileira Clube de Autores, é possível colocar um livro à venda gratuitamente. O site, que tem entre seus sócios o veterano da internet Índio Brasileiro, conta com sua própria loja de livros eletrônicos e oferece publicações em mais de 40 categorias. Quem quiser, pode contratar serviços pagos de diagramação e revisão de originais. O site também oferece cursos on-line para os autores. Os livros são impressos pela gráfica Alphagraphics.

A impressão de livros em pequenas quantidades é uma mudança drástica no modelo editorial tradicional. Pela tecnologia off-set, quanto maior o número de unidades produzidas, menor é o custo unitário. Sob os processos de impressão digital mais recentes, a escala não tem tanto valor. Isso permite que tiragens menores possam ser encomendadas a um custo mais acessível. Como a impressão é feita diretamente de um arquivo enviado por computador, é possível imprimir páginas diferentes de um mesmo material - uma mala direta, por exemplo - sob uma única tiragem.

O que está acontecendo com a cadeia de produção de livros é uma prévia do que pode ocorrer no futuro com outros tipos de bens. Para muitos visionários, o futuro da manufatura está nas impressoras 3D. Esses equipamentos cumprem o papel de uma linha de produção destinada a criar itens sob demanda e ao gosto do usuário. Um arquivo digital, com o desenho do produto, é enviado ao equipamento, de qualquer lugar do mundo. A máquina "imprime" o projeto em materiais fáceis de moldar, como plástico e resinas. A ideia é que no futuro outras variedades de material sejam acrescentadas. Na Europa, cientistas já estão usando titânio para criar próteses e substituir ossos danificados, além de pontes de safena e válvulas do coração.

Na área de produtos de consumo, a tecnologia é impulsionada, em grande parte, pelo desejo do cliente em ter um item personalizado, mas de baixo custo. É um ponto curioso: o consumidor acostumou-se a adquirir produtos parecidos em qualquer parte do planeta, seja uma calça jeans ou um hambúrguer. Apesar disso, quer um toque pessoal nos seus itens preferidos. É melhor comprar um livro pela capa quando foi você mesmo quem a desenhou.

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