Após crítica, ministra defende alinhamento de ações

Mais Lidos

  • Vicente Cañas. Manter um processo vivo por trinta anos é uma vitória no país da impunidade. Entrevista com Michael Nolan e Ricardo Pael Ardenghi

    LER MAIS
  • O Pentágono ameaçou o embaixador do Papa Leão XIV com o Papado de Avignon

    LER MAIS
  • Para o professor e pesquisador da UFPA, reterritorializar o debate sobre o acelaracionismo em termos amazônidas inaugura um amplo espectro de questões incontornáveis de nosso tempo

    Como pensar o aceleracionismo em um mundo que já acabou? Entrevista especial com Ricardo Evandro Martins

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

13 Junho 2012

Um dia depois de fazer duras críticas à legislação ambiental do País e defender medidas como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre carros para estimular o consumo, a ministra Izabella Teixeira reconheceu a necessidade de maior consonância entre as ações do governo e o planejamento ambiental que será debatido durante a Rio+20.

A reportagem é de Bruno Meira e publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, 13-06-2012.

"As medidas de curto prazo têm de estar alinhadas com metas de médio e longo prazo", disse ontem a ministra, durante debate sobre produção e consumo sustentável, no Rio. "Mas temos de buscar o diálogo. Não podemos tirar o direito de escolha das pessoas, podemos apenas mostrar que há escolhas melhores."

Ontem, Izabella havia classificado como "miopia ambiental" as críticas a ações como a redução do IPI de automóveis novos.

Indústria

Para as federações das indústrias de São Paulo e do Rio de Janeiro (Fiesp e Firjan), que na Rio +20 prometem apoiar a questão do transporte público, não existe contradição em elogiar o aumento do IPI de carros e defender o desenvolvimento sustentável.

"Precisamos incentivar o transporte público, mas temos de desonerar o setor produtivo de forma linear, estimulando a geração de empregos e o crescimento da economia", disse Paulo Skaf, presidente da Fiesp.