Os homens do estado implicados no assassinato de Marielle Franco, informa o jornal do Vaticano

Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil/ Fotos Públicas

Mais Lidos

  • A ascensão e queda de Fernando Cerimedo, o principal conselheiro da extrema-direita latino-americana

    LER MAIS
  • China e Canadá enfrentam Trump: "Se eles atacarem vocês, é como se estivessem em guerra"

    LER MAIS
  • “Na atualidade, 147 Terras Indígenas, 37% do total na Amazônia, estão em bacias hidrográficas impactadas pelo garimpo, e 19 possuem atividade garimpeira em seu interior”, alerta a pesquisadora

    Mudanças climáticas e garimpo ampliam riscos à saúde indígena. Entrevista especial com Sandra Hacon

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Agosto 2018

A investigação sobre a morte de Marielle Franco, vereadora municipal do Rio de Janeiro assassinada em 14 de março passado, prossegue lentamente, porque no homicídio estão envolvidos "homens do estado". A declaração foi do ministro brasileiro da segurança, Raul Jungmann. Questionado sobre a demora nas investigações sobre a morte de Marielle, ativista e radicalmente contrária ao uso do exército para combater a criminalidade na cidade, Jungmann disse que "é um caso muito complexo. O que posso dizer é que nesse homicídio estão implicados tanto setores de órgãos do estado quanto organismos de representação política".

A informação é publicada por L'Osservatore Romano, 9/10-08-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Jungmann não revelou nomes dos suspeitos responsáveis pela morte de Marielle, nem confirmou que um ex-policial e ex-bombeiro preso na semana passada foram os autores do assassinato.

De acordo com a mídia local um vereador do Partido Humanista da Solidariedade (PHS) e um ex-policial que faz parte de uma milícia paramilitar poderiam ter sido os mandantes.

Leia mais