Governo negocia com centrais sindicais amenizar reforma trabalhista

Revista ihu on-line

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

Etty Hillesum - A resistência alegre contra o mal

Edição: 534

Leia mais

Juventudes. Protagonismos, transformações e futuro

Edição: 536

Leia mais

No Brasil das reformas, retrocessos no mundo do trabalho

Edição: 535

Leia mais

Etty Hillesum - A resistência alegre contra o mal

Edição: 534

Leia mais

Mais Lidos

  • Bancos vão ficar com 62% da renda do trabalhador se capitalização for aprovada

    LER MAIS
  • Não façam isso com a mãe de Jesus!

    LER MAIS
  • Escolhido por Deus para guiar o Brasil? Da manipulação da religião pela política

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

10 Maio 2017

O presidente Michel Temer autorizou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), a negociar modificações no texto do projeto de lei que altera as leis trabalhistas. Para que este acordo seja fechado, Temer admitiu até editar uma medida provisória com os pontos acordados com sua base de apoio na Casa e as centrais sindicais e evitaria que, com alterações no texto, o projeto retorne obrigatoriamente à Câmara, onde já foi aprovado.

A reportagem é Leonel Rocha e publicado por Congresso em Foco, 09-05-2017.

O conteúdo da possível MP está sendo negociado pelo líder Jucá e as centrais sindicais, com exceção da CUT, restringiria a terceirização da mão de-obra nas atividades fim, como foi aprovado pela Câmara, e está sendo discutida pelos senadores. Para fechar o acordo, o texto de uma MP teria que ser previamente negociado e aceito pela maioria dos senadores que se comprometeriam a aprovar a medida editada por Temer.

Dirigentes das centrais e assessores da liderança do governo já começaram a negociar o texto da possível MP. Mas todo o acordo depende da aceitação dos senadores de outros partidos da base de apoio a Temer no Senado e, especialmente, do líder do PMDB, Renan Calheiros (AL), que é contra tanto o projeto de reforma trabalhista quando o da previdenciária.

Na reunião da bancada na manhã desta terça-feira com o presidente Temer, Renan explanou sua divergência à terceirização nas atividades-fim e da prevalência do acordo coletivo (ou individual) sobre a legislação na definição dos contratos de trabalho entre patrões e empregado. Durante o encontro com Temer, Renan disse que a terceirização da atividade fim, na opinião dele, terá efeitos como redução salarial.

Essa solução entre governo e bancada do PMDB foi uma fórmula para que Renan encontrasse uma saída para a crise política criada com sua posição contrária às duas reformas – trabalhista e previdenciária – que o governo pretende aprovar no Congresso ainda no primeiro semestre. Rena parou de dar declarações que confrontam sua posição com a do governo, mas garante que não mudou de opinião sobre estes temas.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Governo negocia com centrais sindicais amenizar reforma trabalhista - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV