Cortiços do Porto Maravilha sob pressão

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • Papa Francisco condena perseguição antigay e está preocupado com “cura gay”

    LER MAIS
  • Opositores do papa: continuem assim

    LER MAIS
  • Católicos e anglicanos - Trabalhar juntos para bem da humanidade, diz secretário do Vaticano

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

11 Janeiro 2017

Quando Eduardo Paes, ex-prefeito do Rio de Janeiro, lançou a Operação Urbana Porto Maravilha, em 2009, ele prometeu trazer de volta à vida a histórica zona portuária, uma região que estava há décadas abandonada pelo poder público. A revitalização de US$ 2 bilhões foi programada em parceria com o setor privado e inclui arranha-céus, um sistema de bondes e uma nova orla projetada por arquitetos renomados.

A reportagem é de Caterina Clerici e Diane Jeantet, publicada por Agência Pública, 10-01-2017.

Foi o caso de Paulo Cezar da Paula, e também de seu filho, esposa e outras 120 pessoas que habitavam a ocupação Quilombo das Guerreiras, na Gamboa. Todos foram despejados para abrir espaço para a Trump Tower Rio, uma franquia da marca imobiliária do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A família agora vive em um armazém abandonado, que eles esperam ser convertido em um dos poucos projetos de habitação social incluídos no projeto de revitalização do Porto Maravilha.

Como há grande procura para morar na região central carioca, aqueles que não são despejados muitas vezes se vêem obrigados a pagar preços excessivos para viver em condições precárias. Silvimar Soares vive com seus dois irmãos em um minúsculo quarto aos pés do Morro da Providência, dividindo com eles uma cama de casal. Cortiços sempre fizeram parte da história do Rio de Janeiro, atraindo, no início, escravos libertos e trabalhadores, que precisavam de uma moradia próxima ao seu local de trabalho.

Funcionários da prefeitura entrevistados pela Pública não reconhecem os cortiços como moradias, deixando os inquilinos vulneráveis em caso de despejos forçados. Ainda assim, existem soluções alternativas, como o caso de Isabela Moreira. Há mais de uma década, Moreira mudou-se para um dos cortiços da região portuária graças a um programa financiado pela prefeitura e pela Caixa Econômica.

O projeto Novas Alternativas Morando no Centro visava à restauração de antigas habitações do centro da cidade para garantir a manutenção de moradia a preços acessíveis na região. Hoje, os moradores estão sentindo ainda mais a pressão de grandes incorporadoras e, sem o apoio da administração municipal, a elitização tem avançado na região.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Cortiços do Porto Maravilha sob pressão - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV