Arquidiocese de Londrina divulga nota contra a reforma da previdência

Revista ihu on-line

Diálogo interconvicções. A multiplicidade no pano da vida

Edição: 546

Leia mais

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Mais Lidos

  • Três vias para superar o capitalismo. Artigo de Branko Milanović

    LER MAIS
  • Bolsonaro ataca Papa Francisco depois de seu apelo para proteger a Amazônia

    LER MAIS
  • Em páginas diferentes? Francisco evita as recomendações do Sínodo. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

16 Março 2017

“Comprometemo-nos com toda e qualquer iniciativa da classe trabalhadora e suas organizações que venham questionar e exigir o respeito aos direitos já conquistados e digam não a qualquer ameaça de uma suposta reforma que venha anular os direitos já adquiridos”, manifesta-se a Arquidiocese de Londrina, por meio de seu Administrador Apostólico dom Manoel João Francisco, posicionando-se contra a reforma da previdência. A nota é publicada no sítio do Conselho Episcopal Regional Sul II da CNBB, 15-03-2017.

Eis a nota.

“Concede-me a vida, eis o meu pedido; salva meu povo, eis o meu desejo” (Ester 7, 3b)

Inspirada pelos princípios evangélicos e pelos direitos humanos fundamentais, a Arquidiocese de Londrina manifesta apoio e solidariedade a toda e qualquer iniciativa que se oponha a esta proposta de reforma da Previdência.

Interpelada com a constante ameaça de perdas de direitos já conquistados com o sacrifício de tantas vidas de trabalhadoras e trabalhadores, posicionamo-nos contra as propostas do Governo enviadas ao Congresso, entre as quais: a mudança de idade mínima para aposentadoria aos 65 anos para homens e mulheres, a extinção da aposentadoria especial para professoras e professores da educação básica, para trabalhadoras e trabalhadores rurais.

O Governo propõe ainda mudanças que dificultam e restringem o acesso à aposentadoria de milhões de trabalhadoras e trabalhadores, por exemplo: para se aposentar com 100% do piso salarial, o trabalhador deverá contribuir com o INSS por 49 anos ininterruptos.

Os países que já fizeram a sua reforma do Sistema Previdenciário não foram tão injustos quanto quer se tornar o Brasil, pois essa proposta apresentada ao Congresso privilegia uma minoria, isto é, os que hoje usufruem de melhores condições de vida, em detrimento dos anseios da maioria dos trabalhadores e trabalhadoras que constroem a riqueza deste país.

Por isso, comprometemo-nos com toda e qualquer iniciativa da classe trabalhadora e suas organizações que venham questionar e exigir o respeito aos direitos já conquistados e digam não a qualquer ameaça de uma suposta reforma que venha anular os direitos já adquiridos.

Dom Manoel João Francisco
Administrador Apostólico

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Arquidiocese de Londrina divulga nota contra a reforma da previdência - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV