Brasil registra 65% a mais de queimadas em 2016

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26 Agosto 2016

Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) registrou mais de 53 mil focos de incêndio neste ano no território brasileiro

Desde o início do ano até o dia 5 de agosto, foram registrados mais de 53 mil focos de queimadas e incêndios florestais no País. O número representa um aumento de 65% em relação ao mesmo período do ano passado. O registro foi feito pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

A reportagem foi publicada por Portal Brasil, 25-08-2016.

Segundo o coordenador de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais do Inpe, Alberto Setzer, o País está no início da temporada de queimadas, que atinge o pico em setembro. Ele alerta sobre a necessidade de intensificar a fiscalização para evitar que a população coloque fogo na vegetação nesta época do ano – a ação do homem, aliada ao tempo quente e seco, é uma das principais causas dos incêndios florestais. 

O Acre apresenta uma das situações mais graves, com 844 focos – três vezes mais que 2015. No Amazonas, foram registrados até agora 3.022 registros de queimadas, um crescimento de 284% na comparação com o mesmo período do ano passado. Os números são do Programa de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais do Inpe.

“Como estamos no início da temporada de queimadas, ainda não sabemos como será este ano. Tudo vai depender de como vai ser a fiscalização, porque, do ponto de vista do clima, a situação está muito difícil”, diz o pesquisador.

Segundo o Grupo de Trabalho em Previsão Climática Sazonal do MCTIC, a seca que atinge o sudoeste da Amazônia, especialmente o Acre, deve se agravar ainda mais nos próximos meses.

O rio Acre deve atingir o mais baixo nível histórico (entre 1,20 m e 1,30 m) e impactar a navegação e o abastecimento de comunidades ribeirinhas. O levantamento é válido para os meses de agosto, setembro e outubro deste ano.

Desde março, o volume de chuvas é pouco na região, em parte por conta do El Niño, que começou no outono do ano passado. O fenômeno está associado ao aquecimento das águas do Oceano Pacífico equatorial, alterando os ventos em boa parte do planeta e o regime de chuvas.

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