Rainhas da biodiversidade, abelhas correm perigo

Revista ihu on-line

Vilém Flusser. A possibilidade de novos humanismos

Edição: 542

Leia mais

Planos de saúde e o SUS. Uma relação predatória

Edição: 541

Leia mais

Hans Jonas. 40 anos de O princípio responsabilidade

Edição: 540

Leia mais

Mais Lidos

  • Equidade de gênero: a religiosidade como caminho para igualdade. Debate com Antje Jackelén, arcebispa primaz da Igreja Luterana da Suécia

    LER MAIS
  • Irmã Dulce, símbolo de um Brasil que está se esquecendo dos pobres. Artigo de Juan Arias

    LER MAIS
  • “A ética do cuidado é um contrapeso ao neoliberalismo”. Entrevista com Helen Kohlen

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

02 Maio 2014

A natureza age como um corpo único, interligado de uma maneira altamente complexa e sustentável. Uma alteração em certo ponto da cadeia natural se reflete, muitas vezes, no resto do processo como um todo. E esse impacto, se não corrigido, torna-se cada vez mais visível na biodiversidade do planeta.

A reportagem é de Alan Azevedo, publicada no sitio do Greenpeace, 30-04-2014.

Com seu zumbido alto e ferrão dolorido, as abelhas são responsáveis por um processo essencial à vida do homem e do planeta: são as rainhas da polinização. Ao buscarem o pólen nos campos para a produção de mel na colmeia, as abelhas espalham esses minúsculos grãos (futuras sementes) na região que habitam, colaborando para a manutenção da biodiversidade.

No entanto, as colônias de abelha estão cada vez mais escassas e o processo de polinização fragilizado. O Greenpeace foi pesquisar em campo o que acontece com a população de abelhas na Europa e produziu o estudo “O Fardo das Abelhas”, ou “The Bees’ Burden” em inglês, que aponta como o uso de agrotóxicos e pesticidas nas plantas pode acabar com as abelhas. O documento pode ser lido aqui, em inglês.

O relatório analisou o pólen coletado pelas abelhas e levado de volta à colmeia: mais de dois terços estavam contaminados por 17 diferentes químicas tóxicas. Um total de 53 tipos de compostos químicos foi detectado ao decorrer do estudo. Este projeto é um dos maiores já realizados na Europa, com mais de 100 amostras retiradas de 12 países europeus numa mesma estação.

Veja o vídeo do Greenpeace ‘SOS Abelhas’

A larga escala de produtos químicos sugere que as abelhas estejam expostas a uma perigosa mistura de inseticidas, fungicidas e acaricidas, sendo que esse pólen que vai para a colmeia serve de alimento às larvas, abelhas operárias, zangões e até a abelha rainha.

É urgente a necessidade de protegermos nossas abelhas e nossa agricultura, já que os agrotóxicos afetam profundamente a qualidade de vida dos humano também. Políticas públicas e leis vigorosas contra os produtos químicos devem ser tomadas, banindo definitivamente das plantações as substâncias tóxicas.

Uma das maneiras de começar esse processo seria incentivar a agricultura orgânica, que produz comida sem agrotóxicos, visando a não poluição e técnicas de proteção de peste a longo prazo. A agricultura orgânica e sustentável é uma das principais maneiras de salvar as abelhas e produzir comida saudável à população.

Junte-se a nós tomando iniciativa agora. Faça parte do movimento global para salvar as abelhas e garantir a agricultura orgânica assinando a nossa petição.

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Rainhas da biodiversidade, abelhas correm perigo - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV