A França diz não ao glifosato: proibição sai até 2022

Revista ihu on-line

Cultura Pop. Na dobra do óbvio, a emergência de um mundo complexo

Edição: 545

Leia mais

Revolução 4.0. Novas fronteiras para a vida e a educação

Edição: 544

Leia mais

Ontologias Anarquistas. Um pensamento para além do cânone

Edição: 543

Leia mais

Mais Lidos

  • O que deve ser cancelado? Eis a questão

    LER MAIS
  • CNBB emite nota sobre o desrespeito à fé cristã

    LER MAIS
  • Indígena assassinado no Maranhão é o 4º Guajajara morto de forma violenta em menos de dois meses

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


close

FECHAR

Enviar o link deste por e-mail a um(a) amigo(a).

Enviar

27 Setembro 2017

A França diz basta ao glifosato. O primeiro-ministro Edouard Philippe decidiu que o herbicida será completamente "proibido na França" até "o fim do mandato" do Presidente Emmanuel Macron, ou seja, 2022. A proibição irá abranger todos os tipos de uso, incluindo a agricultura, anunciou hoje o porta-voz do governo, Christophe Castaner, entrevistado pela BFM-TV. Apesar da hostilidade de numerosos agricultores transalpinos, Paris decidiu se opor à renovação pela União Europeia da licença EU para o glifosato, que expira no final de 2017. Em 5 de outubro, Bruxelas vai se pronunciar sobre a prorrogação.

A informação é publicada por Repubblica, 25-09-2017. A tradução é de Luisa Rabolini.

O glifosato é o princípio ativo de Roundup, o herbicida mais vendido e fabricado pela multinacional Monsanto. Apesar da proposta da Comissão Europeia para estender por mais 10 anos a licença comercial do produto, a França se opõe e promete fechar o comércio de glifosato e outros produtos similares que, recordou Christophe Castaner, representam "um risco para a saúde pública". Para alcançar esse resultado, serão investidos 5 bilhões de euros para o desenvolvimento de produtos alternativos.

Quanto aos usos não agrícolas, o glifosato em áreas abertas ao público "já foi proibido na França a partir de 1º. de janeiro de 2017" pelas autoridades locais, enquanto para o uso privado será proibido a partir de 1º janeiro de 2019. Até agora, além de França, apenas a Suécia se pronunciou contra o uso do herbicida.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

A França diz não ao glifosato: proibição sai até 2022 - Instituto Humanitas Unisinos - IHU

##CHILD
picture
ASAV
Fechar

Deixe seu Comentário

profile picture
ASAV