Gandhi, a vitória do grande pregador

Mais Lidos

  • EUA, uma equipe inter-racial e mestiça, entram em campo em um estádio que teme as batidas de imigração de Trump

    LER MAIS
  • Ser Papa em tempos de “anticristos”. Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • Em um contexto de crescente deslocamento forçado, a reflexão inspirada em Hannah Arendt destaca que a dignidade humana depende do pertencimento a uma comunidade política e do acesso efetivo ao “direito a ter direitos”

    Um olhar sobre os apátridas, refugiados e migrantes. Entrevista especial com Maria Cristina Müller

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

15 Agosto 2007

A democracia mais populosa do planeta celebra hoje, 15 de agosto o 60º aniversário de sua independência. Mohandas K. Gandhi, um homem de fé inquebrantável, conseguiu o milagre de mobilizar toda a Índia, um país mosaico de diferentes religiões e línguas, ao ponto que o Império Britânico se viu obrigado a renunciar à jóia da coroa. O Mahatma, como o denominavam os seus seguidores, percorreu em trens de terceira classe todos os confins deste imenso território para defender a resistência pacífica.

É conhecido de todos o gesto de tomar nas mãos um punhado de sal, um gesto aparentemente banal e apolítico, que foi seguido por muitos indianos pobres, tornou-se símbolo da resistência pacífica - que chamaria Satyagraha - contra a opressão britânica. O amplo movimento de desobediência civil desencadeado por ele inclui o boicote aos produtos britânicos e a recusa ao pagamento de impostos.
Gandhi morreu assassinado poucos meses depois de ver proclamada a independência da Índia. Gandhi também se destacou na luta - fracassada - pela unidade entre Índia e Paquistão.

(cfr. notícia do dia 15-08-07, desta página).