Rede de Observatórios Sociais quer a continuidade das fundações estaduais de pesquisa

Foto: Public Domain

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: João Conceição e Marilene Maia | 15 Dezembro 2016

A Rede de Observatórios Sociais com atuação no Rio Grande do Sul manifesta seu APOIO EM DEFESA das ORGANIZAÇÕES ESTADUAIS DE PESQUISA, responsáveis pela sistematização de informações, que subsidiam o planejamento, monitoramento, avaliação e controle social das políticas públicas dos municípios, do estado e do país.

Os Observatórios atuam diretamente com dados e consideram indispensável o trabalho realizado pelas: Fundação de Economia e Estatística (FEE), Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Fundação Cultural Piratini (FCP), Fundação para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH), Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro), Fundação Estadual de Produção e Pesquisa em Saúde (Fepps), Fundação Instituto Gaúcho de Tradição e Folclore (FIGTF), Fundação de Zoobotânica (FZB) e Fundação Estadual de Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan).

Trata-se de instâncias de informação e formação analítica sobre as realidades vividas, assim como de subsídio para a construção de um projeto democrático de direitos para o RS e para os gaúchos. As fundações ameaçadas de extinção instrumentalizam a atuação dos governos estadual e municipais, e, principalmente, a população gaúcha. Recomendamos que o Governo Sartori mantenha este patrimônio cultural e intelectual do Estado do RS.

Assinam pela Rede de Observatórios:

ObservaSinos – Instituto Humanitas Unisinos - IHU

ObservaPOA – Prefeitura Municipal de Porto Alegre

Observatório OLMA – Província dos Jesuítas do Brasil

OBSAN – Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural da UFRGS

Observatório Cultural Unilasalle – Centro Universitário La Salle (Unilasalle)

Álvaro Santi, do Observatório da Cultura de Porto Alegre – Prefeitura Municipal de Porto Alegre