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“Procurei a grande beleza, mas não a encontrei”. O cinema de Paolo Sorrentino

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06 Dezembro 2021

 

O cinema italiano viveu seu auge no século passado, principalmente após a ascensão do movimento Neorrealista depois da Segunda Guerra Mundial. Cineastas como Roberto Rosselini, Vittorio de Sica e Luchino Visconti focaram suas câmeras naquelas pessoas que estavam vivendo na miséria da Itália pós-guerra.

 

A reportagem é de André Cardoso, estagiário e aluno do curso de jornalismo da Unisinos.

 

Depois dessa geração e desses filmes se esgotarem e evoluírem naturalmente, Federico Fellini, Michelangelo Antonioni e os próprios artistas fundadores do neorrealismo foram para outros caminhos: alguns para o cinema existencial, outros para um cinema cheio de simbolismo e alguns até mesmo para a comédia, gênero que se fortaleceu a partir da década de 1960 com a presença de Dino Risi e Ettore Scola.

Dentro dessa tradição do cinema italiano, surge, muito depois desses cineastas, alguém que segue o estilo de boa parte deles: Paolo Sorrentino. Ele dirigiu seu primeiro filme em 2001, mas foi a partir de “A Grande Beleza”, lançado em 2013, que o diretor foi aclamado como, talvez, a grande voz do cinema de seu país. O filme foi ovacionado em Cannes e ganhou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro.

 

 

A partir dessa obra e do seu filme seguinte, “A Juventude”, de 2015, o projeto Filmes em Perspectiva, uma parceria entre o Canal Paz e Bem e o Instituto Humanitas Unisinos – IHU, tratou sobre o cinema de Sorrentino. O professor Faustino Teixeira e o escritor e filósofo Rodrigo Petrônio apresentaram suas análises sobre “A Juventude” e “A Grande Beleza” em um debate que durou cerca de 1h.

 

 

Faustino define “A Juventude” como um filme magnifico. “Ele aborda questões fundamentais da vida humana, em particular a felicidade. Podemos fazer menção a um tema bem freudiano: será o seu humano fadado à felicidade?” A obra conta a história de Fred e Mick, dois velhos amigos com quase 80 anos de idade cada, que estão de férias em um hotel elegante aos pés dos Alpes. Fred é um compositor e maestro aposentado e Mick, um diretor de cinema que ainda está trabalhando. Juntos, os dois passam a se recordar de suas paixões da infância e da juventude.

Há no filme, assim como no cinema de Fellini – grande inspiração de Sorrentino –, temas amplos, como a morte, sendo abordados a partir da própria juventude, e uma reflexão sobre a vida a partir da idade avançada dos protagonistas. Fred não deseja retomar sua carreira musical, mesmo com insistentes pedidos da Rainha da Inglaterra. Mick, por outro lado, quer fazer o seu filme testamento, sua última grande obra.

À medida que o filme avança, a visão nostálgica das personagens vai tomando conta da tela e o que chama a atenção, para Faustino, é a passagem do tempo e como ele vai influenciando a vida dos protagonistas. “A reflexão maior do filme é sobre a passagem do tempo. O que acontece quando eles envelhecem, a mudança no ponto de vista. Há uma frase linda no filme que é: ‘O que te aguarda é a juventude’”.

 

 

Em “A Grande Beleza”, o tema da beleza, da nostalgia e da melancolia permeia a obra. Neste filme há, mais do que em outros, a influência de Federico Fellini, como aponta Petronio. “Vejo esse filme como uma continuidade do ‘La Dolce Vita’, de 1960, do Fellini. Mas, além disso, vejo ele também com uma duração temporal mais lenta, semelhante ao neorrealismo. Sorrentino dialoga com essa tradição, mas com uma estetização própria”, compara.

Na história, acompanhamos o jornalista e escritor Jap Gambardella, que é um bon vivant mesmo com seus 65 anos de idade. As festas, o luxo, a alta sociedade de Roma são o seu habitat, mas, inserido nisso, está sua melancolia e seu bloqueio criativo, já que ele, desde o sucesso do seu livro, “Aparelho Humano”, não conseguiu escrever mais nada.

Para Petrônio, a grande sacada do filme talvez esteja justamente no título: a grande beleza anunciada só é vista por nós, mas não por aquele que está inserido nela. “O protagonista não consegue ver a beleza das coisas. Ele não consegue ver que está dentro da obra de arte, que é a própria Roma no filme. Tanto que a frase marcante dele é: ‘Procurei a grande beleza, mas não a encontrei’”.

No dia 24-11-2021, o ciclo Filmes em Perspectiva abordou a obra de Sergio Leone, “Era uma vez na América”. O evento está disponível no Canal do IHU no YouTube.

 

 

Leia mais

 

  • ''A grande beleza'' é o desejo e a resposta 
  • O ameaçador papa de Sorrentino 
  • A Árvore da Vida: o apelo desesperado da espécie humana pela graça, pela delicadeza, pela cortesia 
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