WhatsApp foi o grande eleitor no domingo, diz analista

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Apenas algumas horas após receber um doutorado honorário da UAB, essa importante voz da teoria feminista analisa as causas e possíveis soluções para a ascensão do totalitarismo

    “É essencial que a esquerda pare de julgar a classe trabalhadora que vota na direita.” Entrevista com Judith Butler

    LER MAIS
  • O Sínodo apela a "uma mudança paradigmática na forma como a Igreja aborda as questões doutrinais, pastorais e éticas mais difíceis", como as que dizem respeito aos fiéis LGBTQIA+

    LER MAIS
  • É divulgado o relatório do Grupo de Estudos do Sínodo sobre questões LGBTQ+; novas formas de resposta do ministério

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Outubro 2018

O grande eleitor do domingo foi… o WhatsApp. “Tudo de positivo ou negativo que pesou na campanha passou por essa rede”, constata o analista Mauricio Moura – estudioso do tema no instituto Ideia Big Data, que já havia previsto o fenômeno em entrevista à coluna, em setembro.

A informação é de Sonia Racy, publicada por O Estado de S. Paulo, 09-10-2018.

O que se viu, ressalta Moura, foi um efeito das mudanças de hábito. “Não é só política, é qualquer outro assunto de peso. Na média as pessoas veem suas mensagens no celular cerca de 30 vezes ao dia”. No caso, finaliza, “a rede deixou claro como é forte o sentimento geral de indignação com a política e a corrupção”.

Leia mais