Rápida mudança climática nas regiões polares exige resposta global, alerta a ONU

Geleira na Patagônia argentina | Foto por Danielle Pereira, Flickr

Mais Lidos

  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

17 Mai 2017

A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) das Nações Unidas (ONU), lançou nesta segunda-feira (15) uma campanha para melhorar as previsões das condições do tempo, clima e gelo no Ártico e na Antártica. A iniciativa, que vai durar dois anos (de meados de 2017 a meados de 2019), envolve também o instituto alemão Alfred Wegener e outros parceiros mundiais. As informações são da ONU News.

A reportagem foi publicada por ONU News, 16-05-2017.

A iniciativa objetiva minimizar os riscos ambientais e aumentar as oportunidades associadas à rápida mudança do clima nas regiões polares. Além disso, a OMM quer minimizar as lacunas nas capacidades de previsões nos polos.

Para a ONU, a mudança climática nos polos exige uma resposta global. Durante os próximos dois anos, uma grande rede de cientistas e centros de previsões vai realizar uma ação de observação intensiva e catalogar atividades no Ártico e na Antártica. A iniciativa espera obter melhores previsões do tempo e das condições das geleiras, de modo a reduzir riscos futuros e garantir a gestão segura das regiões polares.

Derretimento

O representante do Instituto Alfred Wegener, Thomas Jung, disse que “os efeitos do aquecimento global devido às emissões de gases do efeito estufa são sentidos com mais intensidade nas áreas polares do que em qualquer outro lugar”. Ele explicou que os polos estão aquecendo duas vezes mais rápido do que o resto do mundo, causando o derretimento de geleiras e reduzindo as áreas congeladas do mar e as regiões cobertas de neve.

O chefe da OMM, Petteri Taalas, afirmou que as massas de ar quente do Ártico e a redução das áreas de mar congeladas afetam a circulação nos oceanos e as correntes de ar. Ele disse ainda que as alterações nos polos estão provavelmente ligadas a fenômenos climáticos extremos como intensas frentes frias, ondas de calor e secas no Hemisfério Norte.

Leia mais