Hamas dispara morteiros e rompe trégua com Israel

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Julho 2014

Militantes palestinos dispararam pelo menos três morteiros da Faixa de Gaza em direção a Israel, interrompendo um cessar-fogo humanitário de cinco horas, informaram forças de segurança israelenses.

A informação é publicada por BBC Brasil, 17-07-2014.

Israel e o grupo palestino Hamas haviam concordado em interromper os combates temporariamente nesta quinta-feira para permitir que moradores da Faixa de Gaza buscassem suprimentos.

O Exército israelense havia informado que responderia imediatamente caso a trégua fosse quebrada pelo Hamas.

O cessar-fogo foi solicitado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e outras organizações internacionais depois de nove dias de combates que já deixaram 220 palestinos e um israelense mortos.

Israel lançou sua operação militar em 8 de julho com o objetivo declarado de interromper os ataques de foguetes palestinos contra seu território.

No entanto, a ONU diz que a maioria dos mortos em Gaza são civis. Israel acusa o Hamas de usar a população civil como escudo para esconder a sua infraestrutura militar.

A ONU diz que pelo menos 1.370 casas foram destruídas em Gaza e mais de 18 mil pessoas foram deslocadas desde o início da ofensiva.

Crianças mortas

Quatro meninos de uma mesma família estão entre os mortos por ataques israelenses na quarta-feira. Eles morreram enquanto brincavam em uma praia perto da cidade de Gaza. Testemunhas disseram que o local foi atingido duas vezes.

Militares israelenses disseram estar "investigando cuidadosamente" o incidente de "resultado trágico" e que, "com base nos resultados preliminares, o alvo deste ataque eram agentes terroristas do Hamas".

O Exército israelense costuma atingir áreas abertas do litoral que alega serem usadas por militantes como zonas de lançamentos de foguetes.

O Hamas descreveu o ataque como um crime de guerra e pediu condenação da ONU.

A imprensa israelense informou que o Hamas apresentou uma lista de dez pré-requisitos para uma trégua de dez anos com Israel. As exigências incluiriam a flexibilização do bloqueio econômico a Gaza, o fim dos ataques israelenses ao território e a construção de um aeroporto e um porto.

O Exército de Israel diz que seu escudo antimísseis Domo de Ferro abateu 23 foguetes lançados de Gaza na quarta-feira, enquanto outros acertaram alvos sem causar vítimas.

Israel mobilizou dezenas de milhares de soldados na fronteira com Gaza em meio a especulações sobre uma possível invasão terrestre.

Veja também: