Empresa de Fukushima 1 admite fusão em reatores

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Mai 2011

A empresa que gerencia a usina nuclear de Fukushima 1, danificada pelo terremoto seguido de tsunami de 11 de março no Japão, admitiu ontem o derretimento do material de outros dois reatores.

A informação é do jornal Folha de S. Paulo, 25-05-2011.

A admissão confirma as suspeitas de analistas e evidencia a maior gravidade do vazamento de radioatividade causado pela tragédia.

Até então, a Tepco, operadora privada da central, dizia que só 1 dos seus 6 reatores registrara o derretimento.

Desde a ocorrência do tsunami que danificou sistemas de refrigeração da usina, técnicos japoneses trabalham para evitar que o núcleo dos reatores derreta, provocando maior liberação de radiação.

Também ontem, funcionários da AIEA (a agência nuclear da ONU) se encontraram com autoridades japonesas para dar início a uma investigação sobre as causas do acidente nuclear -o pior desde Tchernobil, em 1986.

Eles devem visitar Fukushima 1 nos próximos dias.

O governo japonês também aprovou a criação de uma comissão de especialistas para avaliar a tragédia.