A Celac não chega a um consenso sobre a Venezuela

Foto: Pexels | Canva

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Janeiro 2026

A pedido da Colômbia, que detém a presidência pro tempore da Celac, foi convocada uma reunião de emergência na qual o Ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, pediu aos 33 países membros da organização que "se manifestassem" diante da agressão dos EUA contra seu país. Por fim, a reunião da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), realizada virtualmente, terminou no domingo sem consenso, após a discordância de um bloco de dez países, incluindo a Argentina.

A informação é publicada por Página|12, 05-01-2026.

"Os países da Celac devem se manifestar, porque permanecer em silêncio diante dessa agressão equivale a endossá-la", afirmou Gil na cúpula extraordinária da organização. "A Celac não pode hesitar. Não pode se dividir entre condenações tímidas e silêncio cúmplice", acrescentou, exigindo a libertação "imediata e incondicional" de Nicolás Maduro e Cilia Flores.

O pedido foi apoiado por Gustavo Petro, Luiz Inácio Lula da Silva, Claudia Sheinbaum e Gabriel Boric, mas não houve declaração conjunta. Os presidentes da Argentina, Javier Milei; do Equador, Daniel Noboa; e de El Salvador, Nayib Bukele, comemoraram o sequestro de Maduro. Em seu discurso, o ministro das Relações Exteriores de Cuba, Bruno Rodríguez, denunciou a "agressão vil e criminosa" dos Estados Unidos contra instalações civis e militares em Caracas. "Eles estão violando flagrantemente a Carta das Nações Unidas, o direito internacional e a soberania e integridade territorial do povo venezuelano", declarou.

Leia mais