Afeganistão, Benigni: “As crianças jogadas por cima do arame farpado têm o rosto de Cristo, são o nosso coração”

Foto: Religión Digital

Mais Lidos

  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS
  • Modelo analítico do Norte Global para compreender o recrudescimento de novos autoritarismos não pode ser padronizado para nossa região do mundo, pondera a pesquisadora. Heterogeneidades de cada país devem ser levadas em consideração, observando a extrema-direita do Sul Global a partir do Sul Global

    O Sul Global como laboratório de investigação sobre a extrema-direita. Entrevista especial com Tatiana Vargas Maia

    LER MAIS
  • "Podem derrubar os governos, mas não vencer um povo". Entrevista com Frei Betto

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

30 Agosto 2021

 

“Narrei o Holocausto com ironia porque aquela era ficção mediada pela arte, enquanto as imagens que vêm do Afeganistão são a trágica realidade que ainda não pode ser tratada com ironia”.

A informação é publicada por La Repubblica, 29-08-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

 


Um bebê sendo entregue a um soldado estadunidense no aeroporto de Cabul. Foto: Reprodução Religión Digital

 

Roberto Benigni disse isto ontem à noite em Viareggio (Lucca), onde recebeu o prêmio especial Cidade de Viareggio. Benigni retomou as palavras de Edith Bruck, premiada pelo "Il pane perduto": "Vivemos num mundo de refugiados". E acrescentou: "Edith está certa e meu coração é um refugiado ao ver mães jogando seus filhos por cima do arame farpado. Aqueles são todos os rostos de Cristo e só podemos ajudar aquelas pessoas. Não há outra coisa a fazer".

 

 

Leia mais