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Brasil tem taxa de mortalidade maior do que G-7, BRICS e os 10 países mais populosos

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25 Mai 2021


"O Brasil já é um dos países mais impactados do mundo pela pandemia e possui o 8º coeficiente de mortalidade, ficando atrás apenas de países europeu pequenos, de clima frio e com alta proporção de pessoas idosas na população", escreve José Eustáquio Diniz Alves, demógrafo e pesquisador em meio ambiente, em artigo publicado por EcoDebate, 24-05-2021.

 

Eis o artigo.

 

A pandemia já chegou a mais de 200 países e já há cerca de 30 países com mais de 1 milhão de casos. Os quatro países com maior número acumulado de mortes da covid-19 são os Estados Unidos da América (EUA) com 590 mil óbitos, Brasil com 448 mil óbitos, Índia com 300 mil óbitos e México com 222 mil óbitos, no dia 22 de maio de 2021.

Mas em termos de taxa (ou coeficiente) de mortalidade o Brasil está à frente dos 10 países mais populosos do mundo (China, Índia, EUA, Indonésia, Paquistão, Brasil, Nigéria, Bangladesh, Rússia e México), do G-7 (EUA, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália e Canadá) e do grupo BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

No dia 22 de maio, o Brasil registrou taxa de 2.109 óbitos por milhão de habitantes, a Itália com 2.070 óbitos por milhão, Reino Unido com 1.885 óbitos, EUA com 1.782 óbitos, México com 1.719 óbitos, França com 1.604 óbitos por milhão de habitantes, enquanto na parte de baixo Bangladesh com 75 óbitos por milhão, Nigéria com 10 óbitos por milhão e a China com somente 3 óbitos por milhão de habitantes. Ou seja, para cada chinês morto pela covid-19, proporcionalmente, morreram 700 brasileiros.

(Foto: EcoDebate)

Os gráficos abaixo mostram a b de março de 2020 a 22 de maio de 2021. A curva epidemiológica de pessoas infectadas mostra que o país já passou por duas ondas pandêmicas e pode estar começando a 3ª onda que pode ter um pico no próximo inverno. A curva epidemiológica de mortes mostra que o país já passou por duas ondas, os números vinham caindo, mas podem acompanhar o aumento dos casos e a possibilidade de uma nova onda de óbitos é cada vez mais provável.

(Foto: EcoDebate)

O gráfico abaixo mostra que o mundo ultrapassou 116 milhões de pessoas infectadas e 3,45 milhões de vidas perdidas, segundo a OMS. A curva de casos teve um pico em janeiro e outro em abril de 2021. No mês de maio os números começaram a cair, em grande parte devido à redução do novos casos da covid-10 da Índia. A curva de mortes teve um pico em abril de 2020, outro pico em janeiro de 2021 e um terceiro pico em abril de 2021. Mas em maio o número de mortes voltou a cair, embora ainda esteja em alto patamar.

(Foto: EcoDebate)

O gráfico abaixo, do jornal Financial Times, mostra a evolução das mortes da covid-19 no mundo, com destaque para grandes países e regiões. Nota-se a existência de 3 picos, sendo que os dois primeiros tiveram mais peso da Europa e da América do Norte e a América Latina vindo logo em seguida. No terceiro pico, a maior participação foi da América Latina e da Índia. O continente latino-americano chegou à marca de 1 milhão de vidas perdidas para o SARS-CoV-2.

(Foto: EcoDebate)

O Brasil já é um dos países mais impactados do mundo pela pandemia e possui o 8º coeficiente de mortalidade, ficando atrás apenas de países europeu pequenos, de clima frio e com alta proporção de pessoas idosas na população. Antes do final do mês de maio deve passar a Bélgica e ficar em 7º lugar na proporção de mortes.

No dia 24 de maio o Brasil deve alcançar a marca de 450 mil mortes da covid-19 e deve atingir meio milhão de vidas perdidas antes do final de junho, podendo chegar a 600 mil mortes na primeira quinzena de agosto e a 700 mil até outubro e 800 mil antes do final do ano. Este ritmo, provavelmente, fará o Brasil ultrapassar os EUA e ficar em 1º lugar no ranking global do número absoluto de mortes.

E mesmo com todo este triste cenário, o presidente da República promoveu aglomeração social em evento de motocicletas na cidade do Rio de Janeiro, no dia 23 de maio, e o ex-ministro Eduardo Pazuello participou do evento sem máscaras, contrariando as normas sanitárias e o seu depoimento na CPI da pandemia.

Indubitavelmente, cresce a possibilidade de uma 3ª onda no país e as autoridades públicas do Governo Federal terão que ser responsabilizadas pela alta quantidade de vidas perdidas no país.

 

Referências:

ALVES, JED. A Índia perde o controle da pandemia e é um alerta global, Ecodebate, 28/04/2021. Disponível aqui.

ALVES, JED. Óbitos podem superar os nascimentos no Brasil pandêmico, Ecodebate, 05/04/2021. Disponível aqui.

Jornal da Globo. Brasil pode registrar mais mortes do que nascimentos em um mês. Rede Globo, 08/04/2021. Disponível aqui.

ALVES, JED. Covid-19. Brasil regista pela primeira vez mais mortes que nascimentos, entrevista a Pedro Sá Guerra na Televisão Portuguesa (RTP), 15/04/2021. Disponível aqui.

 

Leia mais

  • O Brasil é o país do BRICS mais afetado pela pandemia qualquer que seja o critério. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • A Covid-19 nos 10 países mais populosos do mundo. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Mundo bate recorde de casos da Covid-19 e o Brasil recordes de mortalidade. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Brasil pode chegar a 600 mil mortes por covid em agosto, alerta Gonzalo Vecina
  • Óbitos podem superar os nascimentos no Brasil pandêmico. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Brasil está no pior momento da pandemia. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Brasil tem mais de uma morte por minuto da covid-19 na primeira quinzena de março, artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Manaus deverá chegar à terceira onda de contaminação, dizem pesquisadores
  • A Índia perde o controle da pandemia e é um alerta global. Artigo de José Eustáquio Diniz Alves
  • Brasil pode ter 2021 pior que 2020 mesmo com vacina, diz ex-presidente da Anvisa
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