Dia Mundial da “não violência”

Foto: Lara M. | Unsplash

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Outubro 2023

"Não é apenas o sonho de uma outra história possível, mas sim o canteiro de obras de um novo mundo que se constrói passo a passo tanto nas relações cotidianas como na dimensão internacional e planetária. Que a escolha não violenta seja vital também para estar dentro da criação e na construção de uma economia que não mate, mas contribua para salvar vidas humanas".

O comentário é de Tonio Dell’Olio, padre, jornalista e presidente da associação Pro Civitate Christiana, em artigo publicado por Mosaico di Pace, 02-10-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

Eis o comentário.

Por favor escrevam tudo junto: não violência. Deem-lhe dignidade de sujeito e não de simples negação como se fosse apenas o outro lado da moeda da violência. Hoje que é o dia internacional da não violência promulgado pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 2007 – talvez porque um Dia não seja negado a ninguém – aprendamos pelo menos a compreender a não violência como escolha e estilo de vida que põe em jogo atitudes e instrumentos que indicam outro caminho para a resolução dos conflitos. Não é apenas o sonho de uma outra história possível, mas sim o canteiro de obras de um novo mundo que se constrói passo a passo tanto nas relações cotidianas como na dimensão internacional e planetária. Que a escolha não violenta seja vital também para estar dentro da criação e na construção de uma economia que não mate, mas contribua para salvar vidas humanas. A não violência é tudo menos uma utopia, pois viu milhares e milhares de situações históricas em que gerou frutos de libertação. A escolha desta data relembra o nascimento de Mahatma Gandhi (2 de outubro de 1869) e a teorização daquilo que ele estava escrevendo na vida dos habitantes da Índia.

Leia mais