Jovens pedem mais empenho na defesa da justiça climática

Mais Lidos

  • Somos todos aspirantes a cristãos. Entrevista com Paolo Ricca

    LER MAIS
  • “O mundo da educação foi sobrecarregado e perturbado pelo surgimento do ChatGPT”. Discurso do cardeal José Tolentino de Mendonça

    LER MAIS
  • O “Filioque” e a história. Artigo de Flávio Lazzarin

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

08 Setembro 2022

 

Em manifestação na área de exposições da 11ª Assembleia do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) jovens pediram mais atenção à crise climática que se abate sobre o planeta. “Se queres justiça climática, digam ‘Amém’” foi o mote do protesto que reuniu pessoas de diferentes confissões, idades e procedências.

 

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

 

Canções e cartazes encheram o ambiente. “A crise climática não conhece raças, gênero, regiões, cores, posições sociais, nada disso. A crise afeta as pessoas que já são as mais vulneráveis”, declarou a zambiana Jessica Bwali, no discurso que proferiu no local.

 

A ideia da manifestação juvenil foi a de ampliar o chamado à justiça climática. “Quero que se dê prioridade ao assunto como questão fundamental da Assembleia. Os jovens querem que os dirigentes enfrentem a crise climática”, disse o zimbabuano Collins Shave.

 

Jovens instigaram o organismo ecumênico para que comunique de forma clara a respeito da crise climática, e pediram que sejam escutados e façam uso de seus dons em ações em defesa do clima.

 

Na conferência de imprensa, na segunda-feira, 5, a delegada da Igreja Ortodoxa Síria Malankara, Ruth Mathen, arrolou: a menos que os esforços dos jovens sejam mobilizados para uma mudança institucional, seus esforços para viver de forma sustentável, ética e consciente do consumo não terão impacto.

 

Ruth frisou, contudo, que a responsabilidade por uma justiça climática não é tarefa apenas dos jovens. “É tarefa de cada cidadão deste planeta”. Ao lado do secretário-geral de ACT Aliance, o brasileiro Rudelmar Buenos de Faria, a representante ortodoxa destacou o envolvimento do organismo ecumênico na abertura para as vozes dos jovens.

 

“O CMI é o principal ou o primeiro espaço onde posso compartilhar uma mesa com alguém tão sênior quanto o secretário-geral de ACT Aliance. Sou capaz de me sentar na mesma fileira que o primaz ou o chefe de uma igreja em particular. Esse espaço eu não encontraria em nenhum outro lugar quando jovem”, assinalou.

 

Na conferência de imprensa Rudelmar comentou o trabalho desenvolvido por ACT Aliance. Construir um futuro sustentável significa trabalhar juntos pela justiça, pelos direitos humanos e pela promoção da democracia. “Nós precisamos trabalhar juntos”, destacou.

 

Leia mais

 

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Jovens pedem mais empenho na defesa da justiça climática - Instituto Humanitas Unisinos - IHU