OMC: 30 de abril e 5 de maio, última chamada. Suspender patentes para salvar a humanidade

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03 Mai 2021

 

“O que está acontecendo na Índia é uma tragédia de enormes dimensões com repercussões muito pesadas também na Europa: é necessária uma intervenção imediata da comunidade internacional para liberar vacinas e medicamentos anti-covid das patentes, para produzi-los em quantidades suficientes para conter a disseminação descontrolada do vírus e suas variantes. É por isso que esperamos uma resposta positiva de Draghi ao apelo enviado há 10 dias para um firme e inequívoco apoio à proposta da Índia e da África do Sul de uma moratória temporária sobre as patentes de vacinas e medicamentos anti-COVID-19: a Itália deve fazer com que sua influência também pese junto à Comissão Europeia". Este é o alerta lançado pela Comissão Italiana de Direito ao Cuidado da Campanha europeia Right2Cure #NoprofitOnPandemic, reforçado graças ao apoio de mais de 100 associações, incluindo as principais organizações sindicais, muitas associações nacionais e várias forças políticas.

A reportagem é publicada por Presenza, 29-04-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

A ocasião imperdível é representada pelas próximas reuniões do conselho TRIPs de 30 de abril (após a reunião informal em 22 de abril) e do Conselho Geral da OMC de 5 a 6 de maio: a proposta da Índia e da África do Sul foi assinada por cerca de cem nações, por organizações internacionais como a OMS, UNAIDS, UNITAID e a "Comissão Africana para os Direitos Humanos". Idêntico é o objetivo da carta aberta enviada por 243 ONGs à diretora da OMC, Ngozi Okonjo, enquanto 170 personalidades, entre as quais vários ganhadores do Prêmio Nobel, dirigiram similar apelo ao presidente estadunidense Joe Biden. Mas até agora, o bloco EUA-UE-Reino Unido-Japão-Brasil-Canadá-Suíça-Austrália e Cingapura impediu que a moratória fosse aprovada.

“É necessária uma virada radical na gestão planetária das vacinas: as 200.000 mortes na Índia representam um paradoxo chocante e devem pesar nas escolhas dos governos – disse Vittorio Agnoletto, porta-voz da campanha. “Por um lado, a Índia é historicamente um dos maiores produtores e exportadores de vacinas do mundo, mas não pode usufruir delas livremente, por outro lado, a tragédia em curso pode levar a uma nova escassez de vacinas, com consequências catastróficas para outras regiões do planeta".

Serviço:

Assessoria de Imprensa - Carmìna Conte - cel. 393 1377616

Direito ao Cuidado, sem lucro na pandemia. Mais informações disponíveis aqui.

 

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