Morreu o jesuíta chileno José Aldunate, mestre dos noviços no juniorado de Bergoglio

José Aldunate. | Foto: Jesuítas Provincia Argentino-Uruguaya

Mais Lidos

  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS
  • A nova missão do mundo católico diante da trajetória do trumpismo. Artigo de Stefano Zamagni

    LER MAIS
  • Forças progressistas buscam novo impulso global em Barcelona

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Outubro 2019

Mestre dos noviços no juniorado frequentado por Jorge Mário Bergoglio em 1960, o jesuíta José Aldunate morreu no sábado, 28 de setembro em Santiago do Chile, com 102 anos. Voz crítica da Igreja chilena, que também se tornou provincial da Companhia de Jesus, padre Pepe - como era conhecido - havia se tornado cego nos últimos tempos, mas em 16 de janeiro de 2018 teve a alegria de encontrar o coirmão que se tornou Papa por ocasião da viagem apostólica ao Chile e ao Peru.

A informação foi publicada por L'Osservatore Romano, 30-09/01-10 de 2019. A tradução é de Luisa Rabolini.

Em uma visita ao Centro Hurtado, perto da estação central da capital, dentro da capela que conserva os restos mortais de Santo Alberto, Francisco quis cumprimentar os jesuítas chilenos, entre os quais logo reconheceu os irmãos, ambos centenários, Carlos e José Aldunate, lembrando uma experiência pessoal. O primeiro, havia sido diretor espiritual do atual Pontífice, morreu em 19 de julho do ano passado. E agora, quinze meses depois, juntou-se a ele no céu seu irmão mais novo.

Leia mais