Austeridade fiscal e o impacto na cobertura da atenção primária à saúde

Foto: Arison Jardim / Secom

Mais Lidos

  • Israel irrita o Catar ao atacar um enorme campo de gás que compartilha com o Irã: "É perigoso e irresponsável"

    LER MAIS
  • Política das imagens, ecologia do olhar e memória ativa são contrapontos aos regimes de anestesia que banalizam o horror, o esquecimento acelerado e a saturação, convertendo tudo em “circulação descartável”

    A cultura como campo de insurgências e resistências ao capitalismo mafioso. Entrevista especial com Ivana Bentes

    LER MAIS
  • Mulher é assassinada a facadas em Esteio; RS chega a 23 casos de feminicídio em 2026

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Abril 2019

Pela primeira vez, uma pesquisa projetou o impacto das medidas de austeridade fiscal na cobertura da atenção primária à saúde em um país de renda média. E esse país é o Brasil. De acordo com os dados projetados, a redução da cobertura da Estratégia Saúde da Família, com a hipotética extinção do Programa Mais Médicos, pode elevar as taxas de mortalidade prematura (antes dos 70 anos) por causas sensíveis à atenção primária em 8,6% entre 2017 e 2030. Isso equivale a um aumento de mortes de quase 50 mil pessoas. Foram analisados dados de 5.507 municípios.

A informação é publicada por Outra Saúde, 29-04-2019.

Leia mais