Moçambique. Cólera e mortes

Moradores de Beira andam por região que foi alagada durante a passagem do Idai por Moçambique | Foto: UNICEF/Prinsloo

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS
  • Quando a cristandade se torna irrelevante, o cristão volta a ser sal. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Abril 2019

A situação em Moçambique, como era de se esperar, segue caótica. Os casos de cólera se multiplicam em uma velocidade impressionante e agora já passam de 1.400 (no sábado, eram 271). E foram anunciadas duas mortes pela doença. O governo brasileiro mandou agentes da Força Nacional e bombeiros que atuaram em Brumadinho.

A informação é publicada por Outra Saúde, 03-04-2019.

Ninguém devia morrer de cólera, que é uma doença tratável, basicamente pela hidratação. Mas se morre... No Iêmen, foram mais de 2,5 mil mortes desde 2016.

Leia mais