Movimento negro no contexto brasileiro: diferentes formas de resistência às diferentes formas de racismo, em debate no Cepat

Fonte: Cepat

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31 Março 2021

Movimento negro no contexto brasileiro: diferentes formas de resistência às diferentes formas de racismo é o tema do segundo encontro pela série de debates [online] Sociedade e Racismo, que ocorrerá no dia 16/04 (sexta-feira), às 19h30 e terá como debatedoras: Andréia Lima (ONG Usina de Ideias) e Tania Aparecida Lopes (IPAD Brasil - Instituto de Pesquisa da Afrodescendência).

Você poderá acompanhar o debate pelos seguintes canais:

- Página no Facebook do CEPAT;
- Canal no Youtube do CEPAT;

Inscrição

Faça sua inscrição por esse link: https://bit.ly/3fr4A8V

Parceiros

Para esta iniciativa, o CEPAT conta com a parceria e o apoio das seguintes instituições:

Instituto Humanitas Unisinos – IHU;

Observatório Nacional de Justiça Socioambiental Luciano Mendes de Almeida – OLMA;

Associação Cultural de Negritude e Ação Popular (ACNAP);

Pastoral Afro-Brasileira;

Dialogar Mediação Familiar;

IPAD Brasil - Instituto de Pesquisa da Afrodescendência;

Núcleo de Direitos Humanos da PUCPR;

Comunidades de Vida Cristã – CVXRegional Sul;

Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB);

Instituto Sorriso Negro dos Campos Gerais;

Cursinho Popular Ubuntu;

Movimento Julho das Pretas;

Iniciativa das Religiões Unidas (URI);

Federação Árabe Palestina do Brasil – FEPAL;

Conheça as debatedoras

Andréia Lima é Conselheira da Ouvidoria Geral Externa da Defensoria Pública do Estado do Paraná, Promotora Legal Popular, idealizadora e ex-presidente da ONG Usina de Ideias, produtora de evento, palestrante, cabeleireira e diarista.

Tania Aparecida Lopes é Doutora em Educação, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), Mestre em Educação, pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e possui especialização em Metodologia do Ensino da História. É graduada em História pela Faculdades Integradas Espírita (1998). É especialista em História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, Educação e Ações Afirmativas no Brasil pela Universidade Tuiuti do Paraná (2008). E também é pesquisadora em relações étnico-raciais, sendo Coordenadora do IPAD Brasil - Instituto de Pesquisa da Afrodescendência.

Confira o cartaz

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