A Amazônia pode desaparecer como floresta e isso vai impactar o mundo todo

Desmatamento Amazônia. | Foto: Rogério Assis/Greenpeace

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Setembro 2019

Cerca de 20% da floresta já foi devastada, porém perda de 25% a 40% da área original pode ser irreversível.

A reportagem é publicada por Rádio e Jornal da USP, e reproduzida por EcoDebate, 18-09-2019.

O programa Ambiente É o Meio desta quarta-feira conversa com o engenheiro, pesquisador e coordenador do Programa Amazônia, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Cláudio Aparecido de Almeida, sobre a monitoração do desmatamento na Amazônia.

O Programa Amazônia fornece dados e imagens de sensoriamento remoto para observar e monitorar o desmatamento e, também, os tipos de agricultura. Almeida conta que, até 2018, cerca de 20% da floresta original já havia sido desflorestada. Para ele, os dados são preocupantes, pois “modelos climáticos recentes apontam que, se o desmatamento eliminar entre 25% e 40% do tamanho original da floresta, não haverá mais retorno”.

O pesquisador conta que, somente no ano passado, houve desmate de cerca de 7,5 mil km². Entre os vetores estão ambientes de pastagem, cerca de 60% da área desflorestada e agricultura, como soja ou algodão, 6%. “É importante nos atentarmos para essa questão, pois estamos chegando próximos a um ponto em que não haverá mais retorno. A Amazônia pode desaparecer como floresta e isso vai impactar o mundo todo.”

Ambiente É o Meio é uma produção da Rádio USP Ribeirão Preto em parceria com professores da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP e Programa USP Recicla da Superintendência de Gestão Ambiental (SGA) da USP.

Sintonize Ambiente É o Meio em 107,9 MHz na Rádio USP Ribeirão ou em 93,7 MHz na Rádio USP São Paulo, todas as quartas-feiras, a partir das 13 horas. Reprise aos domingos, às 17h30, nas duas emissoras.

Para ouvir a entrevista completa clique aqui

Leia mais