Multiplicam-se as adesões ao Global Strike for Future de 15 de março. Mobilização mundial pelo clima

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14 Março 2019

Em todo o mundo há jovens que se preparam para o Global Strike for Future, a greve global de 15 de março, programada para protestar contra o impasse político por respostas diante das alterações climáticas. A iniciativa começou após as manifestações organizadas nos últimos meses pela jovem de dezesseis anos Greta Thunberg, que interveio - questionando os líderes mundiais - na Cop24, a conferência das Nações Unidas sobre mudança climática que ocorreu em Katowice, na Polônia.

A reportagem é publicada por L'Osservatore Romano, 13 e 14-03-2019. A tradução é de Luisa Rabolini.

Naquela ocasião, ela disse: "Vocês dizem que amam seus filhos acima de todas as coisas, mas estão roubando o futuro deles diante de seus olhos". Greta começou sua luta em agosto de 2018, quando a Suécia registrou uma onda de calor excepcional. Seu slogan #fridayforfuture se tornou viral. Nos últimos meses, a adolescente, escolhida pelo The Time entre as garotas mais influentes do mundo de 2018, organizou uma marcha em algumas sextas-feiras, primeiro em Estocolmo, e depois repetiu a iniciativa, angariando muito apoio, em Bruxelas e em outras capitais europeias, como Berlim.

Para 15 de março, muitos jovens já responderam de diferentes países europeus, mas também do Japão, de Hong Kong, da Nova Zelândia, do Vietnã e de Bangladesh.

Sobre o tema das mudanças climáticas, falou nesta terça-feira o chefe de Estado italiano, Sergio Mattarella, recordando o apelo para garantir "medidas acordadas em nível planetário" assinadas, no final do ano passado, por alguns chefes de Estado europeus. Mattarella lembrou a consciência compartilhada de que "os esforços realizados nas várias conferências internacionais, que ocorreram até agora, alcançaram resultados significativos, mas parciais e ainda insuficientes", acrescentando: "Estamos à beira de uma crise climática global".

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