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29 Mai 2024

A frase diante de 200 bispos: “Já existe demasiada ‘viadagem’, menos homossexuais no seminário”.

Constrangimento na Santa Sé, enquanto o mundo LGBTQ+ protesta: “Ofensivo e depreciativo”.

A reportagem é de Domenico Agasso e Pasquale Quaranta, publicada por La Stampa, 28-05-2024. A tradução é de Luisa Rabolini.

“Há muita ‘viadagem’ na Igreja”. É duríssima e surpreendente a estocada do Papa Francisco contra a presença de pessoas homossexuais nos seminários. “Ofensivo e depreciativo”, de acordo com as associações LGBTQ+.

Aconteceu no encontro a portas fechadas com mais de 200 bispos italianos, um diálogo que na segunda-feira, 20 de maio abriu a assembleia geral da Conferência Episcopal Italiana (CEI), na “Sala do Sínodo”. O Pontífice, respondendo a algumas perguntas sobre as candidaturas de pessoas gays, lançou-se a apelos fortes para uma maior seleção no acesso aos seminários, não sem recorrer a termos depreciativos e acusações – como informa o site Dagospia – contra o excesso de “viadagem”. Vários prelados consultados por La Stampa confirmam o episódio: a severa advertência “do Santo Padre deixou pasmos muitos dos presentes. Houve uma sensação de embaraço."

Para Bergoglio, portanto, os homossexuais não devem ser admitidos nos seminários. A seleção e a formação dos padres tem sido objeto de debate há anos, e já uma instrução do Dicastério para o Clero de 2005 – sob Bento XVI – reiterada em 2016 com Francisco, estabelecia que “a Igreja, embora respeitando profundamente as pessoas em questão, não pode admitir no Seminário e nas Ordens sagradas aqueles que praticam a homossexualidade, apresentam tendências homossexuais profundamente enraizadas ou apoiam a chamada cultura gay."

Os prelados italianos, na assembleia realizada em Assis, discutiram a possibilidade de restrições mais sutis, sentindo-se encorajados justamente pelas aberturas anteriores do Pontífice sobre a homossexualidade. Apesar de muitos protestos, foi aprovada uma emenda que se limitava a distinguir entre "atos" e "tendências", reafirmando a obrigação do celibato para todos os seminaristas, homossexuais e heterossexuais, e abrindo assim a porta dos seminários para os candidatos gays comprometidos, porém, com a opção do celibato.

Mas no encontro da semana passada com a CEI, que durou uma hora e meia, o Papa barrou o caminho: respeito, sim, pela pessoa gay que bate à porta do seminário, mas colocando um firme gradil na entrada. E para ser claro, aqui está a frase em tom jocoso: o Papa teria recriminado explicitamente sobre o excesso de “frociaggine” em certos seminários italianos.

Não está excluída a hipótese de que Francisco, argentino, possa não estar ciente de que a palavra na Itália é ultrajante. Em todo caso, até ontem à noite não foram recebidos comentários dos palácios do Vaticano e da via Aurélia. E ontem havia um certo “nervosismo” nas Salas Sagradas, relatam alguns monsenhores, que citam um exemplo: “Os gendarmes afastaram os jornalistas da secretaria de Estado Pietro Parolin, numa missa em Santa Maria Maggiore".

Esse não é o primeiro deslize do Papa Bergoglio. Em 2018 afirmou que se uma criança manifesta natureza homossexual, poderia ser útil uma ajuda “psiquiátrica”. Em 2015, após o atentado do ISIS à sede do Charlie Hebdo, Francisco disse: “Não se mata em nome de Deus, mas não se pode zombar da fé alheia. Se alguém ofender minha mãe, eu vou lhe dar um soco." Em 31 de dezembro de 2019, na Praça de São Pedro, Bergoglio foi agarrado por uma mulher asiática: reagiu batendo na mão da fiel para se soltar. Em 2021, exortou as freiras a não serem “solteironas”.

Se Francisco “se irrita ao falar de demasiada ‘viadagem’ na Igreja, é porque evidentemente não se sabe mais onde esconder as pessoas homossexuais no clero, que são numerosíssimas. Algumas políticas repressivas estão destinadas a terminar" afirma Rosario Coco presidente da associação Gaynet. No mundo, “a Itália é o Estado que historicamente mais sofreu a influência da Igreja Católica contra os direitos das pessoas LGBTQ+ e sobre a fantasmagórica (e inexistente) teoria de gênero. Se se brada contra a difusão do ‘gênero’ e depois se admite não conseguir conter dentro dela a difusão da ‘viadagem’, essa retórica não é mais credível".

“O Papa discrimina os seminaristas gays”, é a acusação de Fabrizio Marrazzo, fundador da Gay Help Line e porta-voz do Partido Gay. “Essa suposta declaração do Pontífice – diz Inocêncio Pontillo, voluntário do portal Gionata.org – sai do âmbito conservador e tradicionalista. Pessoalmente, não consigo imaginar Francisco utilizando uma linguagem assim numa reunião oficial, parece-me mais uma piada bergogliana descontextualizada." Andrea Rubera, porta-voz de Caminhos da Esperança, está “perplexo. Se essas afirmações forem verdadeiras, significaria que há ainda há muito a fazer para chegar a uma linguagem respeitosa, princípio ao qual muitos setores eclesiásticos já aderiram, como demonstra a adesão ao manifesto Parole O_Stili sobre a comunicação não violenta.

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