Papa imprime cartão postal ilustrando o horror da guerra

Mais Lidos

  • “Meu pai espiritual, Santo Agostinho": o Papa Leão XIV, um ano depois. Artigo de Carlos Eduardo Sell

    LER MAIS
  • Aumento dos diagnósticos psiquiátricos na infância, sustentado por fragilidades epistemológicas e pela lógica da detecção precoce, contribui para a medicalização da vida e a redefinição de experiências comuns como patologias

    A infância como problema. Patologização e psiquiatrização de crianças e adolescentes. Entrevista especial com Sandra Caponi

    LER MAIS
  • A mineração de terras raras tem o potencial de ampliar a perda da cobertura vegetal nas áreas mineradas, além de aumentar a poluição por metais tóxicos e elementos químicos radioativos que são encontrados associados às terras raras, afirma o pesquisador da UFRGS

    Exploração de terras raras no RS: projeto põe recursos naturais em risco e viabiliza catástrofes. Entrevista especial com Joel Henrique Ellwanger

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Janeiro 2018

À medida que 2017 chegava ao fim, os horrores da guerra e os desejos das pessoas por paz estavam na mente do Papa Francisco e em suas orações.

A reportagem é do Catholic News Service, 03-01-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Em uma medida incomum, no dia 30 de dezembro passado, o papa fez com que a Sala de Imprensa e as mídias vaticanas distribuíssem uma cópia de uma famosa fotografia tirada após o atentado em Nagasaki.

Cartão enviado pelo Papa Francisco (Foto: Joseph Roger O’Donnell, 1945)

A foto mostra um menino, com cerca de 10 anos de idade, carregando seu irmãozinho morto nas costas. O garoto está levando seu irmão para ser cremado.

Na parte de trás do cartão, o Papa Francisco escreveu: “O fruto da guerra” e assinou seu nome.

Abaixo de sua assinatura, o papa explicou que a foto foi tirada pelo fotógrafo dos fuzileiros navais dos Estados Unidos, Joseph Roger O’Donnell. Depois que as bombas caíram em Hiroshima e Nagasaki em 1945, O’Donnell foi designado para documentar as cenas.

“A tristeza do menino só se expressa nos seus lábios mordidos e cobertos de sangue”, escreveu o papa.

O jornal vaticano, L’Osservatore Romano, imprimiu uma cópia da fotografia e da explicação do papa na última página da sua edição do dia 1º de janeiro, Dia Mundial da Paz, promovido pela Igreja Católica.

Leia mais