Bispo afirma que muçulmanos têm o direito de islamizar a Nigéria

Foto: Albert González Farran - UNAMID /Flickr

Mais Lidos

  • Guerra contra o Irã: o “início do fim do governo” de Trump

    LER MAIS
  • Regret Nothing: a fotografia de um masculinismo capturado. Artigo de Jacqueline Muniz

    LER MAIS
  • Ao transformar a Palestina em um experimento de aniquilação sem consequências, EUA e Israel desenham o futuro da realidade: um mundo onde a força bruta substitui as leis e a sobrevivência humana está sob risco absoluto, salienta o jornalista

    Gaza: o laboratório da barbárie do Ocidente em queda aponta para o futuro da humanidade. Entrevista especial com Raúl Zibechi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

17 Outubro 2017

O comentário do prelado foi feito depois que os cristãos criticaram o governo por investir em um título de dívida vinculado à Sharia.

A reportagem é do sítio La Croix International, 16-10-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O bispo nigeriano Emmanuel Adetoyese Badejo acredita que os muçulmanos têm o direito de islamizar o seu país, acrescentando que os cristãos fracassaram em usar a sua “vantagem”.

Dom Badejo, da diocese de Oyo, disse que concorda com o cardeal John Olorunfemi Onaiyekan, arcebispo de  Abuja e Nigéria, sobre o fato de que os muçulmanos têm uma agenda de islamização na Nigéria.

“Eles têm o direito de tê-la”, disse Dom Badego, noticiou o jornal Nigerian Tribune, no dia 15 de outubro.

“Os cristãos têm uma agenda de cristianização? Sim, eu espero que sim, e nós temos o direito de tê-la. Os muçulmanos estão seguindo uma agenda. Por que nós não estamos seguindo a nossa?”

Ele estava respondendo às recentes críticas ao governo nigeriano, que, supostamente, teria adquirido um título sukuk de 100 bilhões de nairas (277 milhões de dólares). Os grupos cristãos afirmam que, por se tratar de um título de dívida vinculado à Sharia, ele viola o artigo 10 da Constituição, que proíbe que os governos federal e estadual favoreçam uma religião.

O bispo disse que, durante muitos anos, a Nigéria teve um número maior de cristãos no poder, mas fracassou nos seus próprios esforços de evangelização.

Leia mais