O calor que matou os botos

Foto: Amazônia Real

Mais Lidos

  • Seja feliz no seu novo ano. Artigo de Frei Betto

    LER MAIS
  • Passarinho… que som é esse? Uma história de como os pássaros cantam. Artigo de Juliana Moraes

    LER MAIS
  • A fome, o dragão e o Mercosul: o Brasil na encruzilhada da nova ordem mundial. Entrevista com Fernando Roberto de Freitas Almeida

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

18 Julho 2024

A seca do ano de 2023 na Amazônia é ainda uma história a ser contada. Raras vezes se viu a força da natureza ser tão implacável, mesmo em um ambiente já acostumado aos extremos de seus ciclos naturais.

A reportagem é de Wérica Lima, publicada por Amazônia Real, 14-07-2024.

Todo ano, o amazônida sabe que as águas vão subir e baixar. E ele aprendeu a se adaptar a essa realidade. Mas, no ano passado, os efeitos climáticos passaram de todos os limites.

Os rios mais que secaram: alguns desapareceram. Os animais perderam seus refúgios e milhares deles morreram.

Só no lago Tefé, no Amazonas, pesquisadores do Instituto Mamirauá tiveram de recolher, durante dois meses, 222 carcaças de tucuxis e botos vermelhos.

Por que ocorreu essa mortandade sem precedentes de mamíferos aquáticos? E que alerta ela traz sobre a crise climática?

A Amazônia Real reconstitui neste mini documentário esse triste episódio, ouvindo especialistas e pessoas que estiveram envolvidas na vã tentativa de salvar os animais, em reportagem e vídeo especiais de Wérica Lima e Stéffane Azevedo.

 

Leia mais