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Francisco e Welby no Sudão do Sul: um "ato criativo"

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21 Março 2017

“A notícia de que o Papa Francisco convidou o arcebispo de Canterbury a se unir a ele em uma visita ao Sudão do Sul chegou como uma agradável surpresa. “

A opinião é de Gerald Pillay, vice-chanceler da Liverpool Hope University. Cidadão da Nova Zelândia, ele nasceu em Natal, então colônia inglesa na África do Sul. Tem doutorado em filosofia pela Rhodes University e em teologia pela Universidade de Durban-Westville. Tornou-se professor de história eclesiástica na Universidade da África do Sul em 1988. Em 1997, tornou-se chefe do Departamento de Teologia e Estudos Religiosos da Otago University, a mais antiga universidade da Nova Zelândia. Tornou-se diretor da Faculdade da Liverpool Hope University em 2003 e primeiro vice-chanceler da Liverpool Hope University quando a instituição acadêmica obteve o pleno reconhecimento do status de universidade.

O artigo é publicado por  Settimana News, 17-03-2017. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Eis o texto.

A notícia de que o Papa Francisco convidou o arcebispo de Canterbury a se unir a ele em uma visita ao Sudão do Sul chegou como uma agradável surpresa. O Santo Padre tem sido bastante generoso nesse tipo de surpresas e forneceu muitos exemplos daqueles que o Mahatma Gandhi chamaria de “atos criativos”. São atos contraintuitivos e inesperados, mas abertos a novas possibilidades.

Para usar um termo da informática, as definições de uma instituição normalmente são configuradas de acordo com os interesses da própria instituição. Os bons líderes são julgados pelo fato de conseguirem antecipar os interesses da instituição, protegerem a sua identidade e consolidarem a sua imagem pública.

Os grandes profetas, muitas vezes, fizeram exatamente o contrário. Eles confiam em Deus sem qualquer vergonha e, além disso, são autocríticos em relação às instituições que agem em seu nome; trazem sobre si os sofrimentos dos outros e são sempre criticados por aqueles que temem que o seu comportamento possa minar a instituição. Quando as palavras e a pregação falham, eles conhecem bem o significado de “ação criativa”, que fala muito mais do que as palavras.

Pode-se ver isso muitas vezes na vida de nosso Senhor, que teve que enfrentar críticas daquelas pessoas zelosas que queriam proteger a instituição. Os fariseus eram pessoas bem-intencionadas e preocupadas em proteger a ortodoxia e a identidade, a pureza, a correção dos procedimentos e em manter a integridade da autoridade constituída e das suas estruturas. Comer com os pecadores, tocar um leproso ou curar em dia de sábado não faziam sentido de acordo com esse modo de pensar, mas anunciavam uma nova e maravilhosa realidade: que Deus buscava “reconciliar o mundo consigo mesmo”.

Eu cresci em um lugar onde os cristãos eram minoria (África do Sul) e, embora eu seja professor de história da Igreja, uma das coisas mais difíceis de explicar aos não cristãos é por que há tantas confissões cristãs. É difícil explicar a um amigo hindu por que todos esses cristãos que se dizem parte da única Igreja e que buscam seguir a Cristo têm tantos rótulos: católicos, anglicanos, ortodoxos, batistas, congregacionalistas, presbiterianos, ortodoxos etc.

Obviamente, um historiador da Igreja pode explicar a fragmentação, mas apenas recordando as lutas políticas da Europa do século XVI: o que é incompreensível aos cristãos da África. Assim como São Paulo resistiu a São Pedro em relação à solicitação de que os gentios tivessem que se tornar antes judeus e, apenas em um segundo momento, realmente cristãos, os cristãos da África ou de culturas extraeuropeias não deveriam se comportar de maneira semelhante? Ou, ao contrário, deveriam ler a história da sua fé através do prisma dos conflitos europeus e das divisões resultantes? Talvez devessem pensar no cristianismo com base na experiência europeia, caso pretendam compreender a continuidade entre a sua história, as suas afiliações religiosas anteriores e o ser cristão hoje?

Dois mandatos de Jesus

Cristo nos deu duas missões claras: a primeira é de ir a todo o mundo para pregar o Evangelho, começando por Jerusalém, pela Samaria e indo até os extremos confins da terra. A segunda: ele nos pediu para sermos “um só”. Parece que, até hoje, alcançamos principalmente o primeiro mandato, já que a cristandade agora é o fenômeno mais globalizado, muito mais do que a democracia ou o capitalismo. Porém, no mesmo período de tempo, tornamo-nos mais fragmentados e divididos.

Neste contexto, podemos compreender o porquê dessa agradável surpresa: aqueles que são líderes da nossa fé se dão as mãos e vão juntos dar um testemunho diferente das divisões da Europa. Nós exportamos em nível global as nossas divisões; não seria mais agradável exportar uma mensagem diferente de unidade da nossa fé? Esse é o motivo pelo qual essa visita comum promete ser um ato criativo de salvação.

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