Número de jornalistas assassinados aumenta em 2022

Foto: Freepik | Edição: IHU

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • Trump usa o ataque para promover sua agenda em meio ao bloqueio de informações sobre o Irã e índices de aprovação em níveis historicamente baixos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

22 Dezembro 2022

A Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) contabilizou, em 21 países, 67 jornalistas mortos este ano, contra 47 em 2021. É a Ucrânia, como palco de guerra, que registrou o maior número de casos: 12. A seguir vem o México, com 11 assassinatos. O país, mesmo sem uma guerra declarada, tem no narcotráfico as ações mais violentas contra profissionais de imprensa.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

Mesmo depois do acordo político que colocou um ponto final na guerra civil colombiana, o país teve quatro jornalistas assassinados em 2022. Profissionais da imprensa enfrentam um novo surto de violência, que ameaça transformar o país, mais uma vez, numa zona de matança para trabalhadores/as da mídia, lamenta a FIJ. O Haiti também preocupa, com o assassinato de seis profissionais. 

O secretário-geral da FIJ, Anthony Bellanger, conclamou governos de todo o mundo para que atuem em defesa do jornalismo, “pilar fundamental da democracia”. A falta de ação, disse, “encoraja aqueles que buscam suprimir o livre fluxo da informação e minar a capacidade das pessoas de chamar seus líderes à responsabilidade. Chegou a hora da Assembleia Geral da ONU aprovar a Convenção da FIJ sobre a Segurança e Independência dos Jornalistas”. 

O Brasil inseriu dois nomes na lista macabra: Givanildo Oliveira Gigi, do Pirambu News, e Dom Phillips, do The Guardian.

Leia mais