Pastor diz que “cristianismo liberal” prejudica a mensagem da igreja

Foto: Freepik

Mais Lidos

  • ​A estética grotesca dos EUA, seja do ponto de vista discursivo ou do belicismo tacanho, mostra um imperialismo que abandona qualquer subterfúgio retórico e revela ao mundo mais fragilidades do que forças

    O imperialismo está nu: era Trump retrata não a força do gigante do norte, mas sua decadência. Entrevista especial com Juliane Furno

    LER MAIS
  • O Brasil pode viver novo boom das commodities com a guerra?

    LER MAIS
  • Thiel leva suas palestras sobre o Anticristo à porta do Vaticano, e as instituições católicas recuam

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

09 Julho 2021

 

O surgimento dos “cristãos de esquerda”, que defendem um “cristianismo liberal” ou um “cristianismo progressivo” é antiético, herético e prejudicial à igreja, sentenciou o pastor Lucas Miles, que lançou, recentemente, o livro em inglês “A esquerda cristã: como o pensamento liberal sequestrou a igreja”.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

No bairro onde reside há quatro ou cinco igrejas que estão hasteando “uma bandeira marxista Black Lives Matter” ou uma “bandeira do arco-íris”, que aparecem em local mais elevado do que a cruz. “Acho que isso diz muito sobre onde estão as igrejas na América agora”, pontuou.

Em entrevista ao The Christian Post, Miles disse que o Jesus que eles apresentam é “mais um grande organizador social do que o Salvador do mundo”. Ele admitiu, contudo, que “nem todos os que têm ideias progressistas sejam verdadeiros esquerdistas ou marxistas”. Mas na igreja existe uma ala desse movimento de extrema esquerda que criou “esta versão de cristianismo e marxismo”, o que o torna mortalmente perigoso.

“Estamos vendo coisas como a teoria crítica da raça e a teologia da libertação fortemente impostas, e isso está se tornando cada vez mais preocupante”, alertou. O Evangelho, agregou, não é “algo legalista, e é importante que não caiamos no fundamentalismo. Mas se começarmos a rebaixar as Escrituras para algo diferente da Palavra de Deus, o cristianismo começa a se desgastar”.

Miles explicou que escreveu o livro para ajudar os cristãos a discernirem a verdade bíblica da “ideologia perigosa”. Ele atribui ao “crescente analfabetismo bíblico” a razão pela qual a ideologia progressista tem ingressado com facilidade nas igrejas do Ocidente.

 

Leia mais