Amazônia registra agosto com 2º maior número de focos de queimadas da década

Queimadas seguem avançando na Amazônia. (Foto: Bruno Kelly | Amazônia Real)

Mais Lidos

  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Setembro 2020

Operação Verde Brasil 2, moratória do fogo, as poucas respostas do governo para tentar proteger a floresta, não foram capazes de frear o avanço das queimadas na Amazônia.

A reportagem é publicada por ((o))eco, 01-09-2020.

Entre os dias 1 e 31 de agosto foram registrados 29.307 focos ativos de calor no bioma, segundo o Programa de Queimadas do Inpe. É o 2º maior número de focos no período da década, atrás apenas de agosto de 2019, recordista com 30.900 focos detectados. A ligeira queda de aproximadamente 5% para o mês, quando comparado com o período anterior, portanto, não é motivo para comemorar.

Além disso, é preciso destacar que uma pane no satélite Aqua, da NASA, usado como referência pelo Inpe, fez com que no dia 16 de agosto o monitoramento ocorresse de forma incompleta, com um registro de focos bem abaixo do normal (199) para o dia.

Historicamente os meses de agosto e setembro são os que apresentam os maiores índices de queimadas na Amazônia. Com quatro meses inteiros ainda pela frente, o ano de 2020 já contabiliza 44.013 focos, quase a metade do total registrado em 2019, com 89.176 focos. (Duda Menegassi).

Leia mais