O cardeal Barbarin reconhece “erros” na luta contra a pedofilia

Mais Lidos

  • Sem sermão para leigos: escolha certa, argumentos errados. Artigo de Andrea Grillo

    LER MAIS
  • Venezuela abalada por um duplo evento sísmico: um século de energia liberada em uma hora

    LER MAIS
  • As críticas a esta edição da Copa do Mundo “sugerem a existência de movimentos políticos e pessoas preocupadas com outras questões que não só o futebol ou o lucro da copa, como é o caso da FIFA”, avalia o antropólogo

    Copa da diáspora, dos encontros fugazes e das dificuldades de interação com a diferença. Entrevista especial com Arlei Damo

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

27 Abril 2016

O arcebispo de Lyon, o cardeal Philippe Barbarin, reconheceu hoje que sua diocese, o centro da polêmica por casos de abuso sexual, cometeu “erros” na questão da luta contra a pedofilia e na nomeação de alguns sacerdotes.

A reportagem foi publicada por Religión Digital, 26-04-2016. A tradução é de Evlyn Louise Zilch.

O “mea culpa” foi pronunciado em um encontro que reuniu 220 sacerdotes para apresentar as medidas empreendidas a respeito e as que se contemplam no futuro.

Na diocese lyonesa um padre foi acusado por ter abusado durante quase 25 anos de menores “olheiros” e os investigadores estão tentando determinar se o cardeal tomou conhecimento destes fatos, algo que ele nega.

Na reunião de hoje, segundo um comunicado da diocese, Barbarin “afirmou a importância de que as vítimas de abusos sexuais cometidos por clérigos vejam reconhecidos seus direitos à verdade e à Justiça”.

A diocese anunciou o lançamento de uma célula de escuta e anunciou também que irão estabelecer “novos critérios para as futuras nominações” de sacerdotes, que entrarão em vigor a partir de setembro.