Estudo conclui que mais pessoas morrem por poluição no ar que por malária e HIV/Aids juntos

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18 Setembro 2015

Um estudo publicado na revista científica Nature, nesta quarta-feira (06/09), indicou que a poluição no ar em ambientes externos mata mais de 3 milhões de pessoas anualmente. É esperado que esse número dobre em 2050, caso nada seja feito.

A reportagem foi publicada por Opera Mundi, 16-09-2015.

As mortes causadas por poluição ocorrem por inalação de poeira ou sujeira presente no ar, o que pode gerar ataques cardíacos, derrames, câncer de pulmão e doenças respiratórias. No Brasil, 70% dos casos de morte por poluição são provocados pela queima de materia orgânica (como etanol). No entanto, este é apenas o sexto fator que mais mata no mundo, o equivalente a 5% do total de mortes.

Outros fatores são geração de energia residencial, como a queima de madeira para aquecimento ou o uso de diesel em geradores - causa número um de mortes -, gases emitidos pela agricultura e pecuária, poluição natural do ar (principalmente em países de clima árido), geração de energia, emissão de poluentes industriais e poluição causada por veículos no trânsito.

A previsão é de que, em 2050, 60% da população urbana mundial (aproximadamente 4,3 milhões de pessoas) morra prematuramente por causa de poluição.

A pesquisa não incluiu os efeitos da poluição em ambientes fechados. Estima-se, contudo, que esta provoca um adicional de quase 3,5 milhões de mortes por ano.